sábado, 29 de novembro de 2008

AÇÕES HÍDRICAS PARA O SEMI-ÁRIDO: (Construções de Barragens Subterrâneas e Cisternas de Placas)

VÍDEO SOBRE...



INSA - Instituto Nacional do Semi-árido (Paraíba, Brasil)




AÇÕES HÍDRICAS PARA O SEMI-ÁRIDO:
(Construções de Barragens Subterrâneas e Cisternas de Placas)




As construções de barragens subterrâneas estão sendo de uma necessidade imprescindível para os recursos hídricos do semi-árido do Nordeste Brasileiro, não só pelo fato desta mencionada região estar contida dentro do polígono das secas, em tempo e tempo sofrer com intermitências de estiagens, que estão sendo acentuadas pelas mudanças climáticas, decorrentes das ações antrópicas... Que vem provocando o aquecimento global... Mas, também deves ressaltar, que devido ao crescente processo de desmatamento, principalmente das matas ciliares e todo entorno de suas bacias hidrográficas, decorrente de ausência de uma “Política Pública Agropecuária”, que minimizem, pelo menos, os manejos inadequados desses recursos naturais (que não deixa de ser uma ação antrópicas), veio acelerar a desertificação nesta região...

Este acelerado processo de desertificação vem inexoravelmente, encadear um processo de erosão sem precedentes, e sem exceção, para todas suas bacias e sub-bacias hidrográficas, que através de um “efeito Dominó”, vem assorear os seus leitos hidráulicos, ou seja, os pontos mais baixos dentro seus talverques e/ou a sua margem, que teoricamente, se acumularia água... Aonde, naturalmente, se formaria o afloramento dos conhecidos poços naturais amazonas e os aluviões, nos períodos de secas e estiagens...

Entretanto, decorrente disto, nas estações chuvosas do semi-árido do Nordeste Brasileiro, que basicamente vai de Janeiro à Junho, toda esta massa hídrica dessas mencionadas estações chuvosas, porventura, não existindo Açudes, Barragens, etc. Até mesmo pequenos barramentos e/ou aduções, que formam “Micro - Bacias Hidrográficas”... Isto quer dizer, que todo este colossal (bota colossal nisso) volume de água, deságua inevitavelmente par o mar... Desta forma, havendo uma perda irreparável...

Tudo isto, pelo menos no Brasil. Pois, temos inúmeros exemplos disto... Não indo muito longe, gosto de citar como, por exemplo, o “Rio da Integração Nacional”, que é o “São Francisco”...


Apesar de já existirem uma série de “Barragens” desde Sobradinho (BA) até Xingó (AL), aonde se acumula dezenas e dezenas de bilhões de metros cúbicos de água, para se alimentar o sistema CHESF(Companhia Hidrelétrica do São Francisco):


No processo de geração de energia para abastecer todo Nordeste. E mesmo assim, um colossal volume de água, em torno de 1.850m³/s(mil oitocentos cinqüenta) metros cúbicos por segundo, diuturnamente, vai para o mar. Aonde, inexplicavelmente, Alagoanos, Sergipanos. Até mesmo Baianos e Mineiros que ficam bem distantes da montante de Sobradinho. Ainda ficam a teimarem de se negar uma pequeníssima adução de somente 1,4%( que considerado, resguardado a suas devidas proporções, uma gota D’água) de sua vazão regularizada, que é de 1.850m³/s (mil oitocentos cinqüenta) metros cúbicos por segundo, diuturnamente, que vai para o mar. Para a viabilidade da Transposição (adução) das águas do “Velho Chico” para os Rios intermitentes do Semi-árido de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.

Deixando esta problemática da questão da “Transposição” de lado, retornemos ao questionamento da necessidade de se difundir em caráter de urgência urgentíssima, as construções de forma difusa, das construções de barragens subterrâneas... Que deste modo, evitaria a evasão em parte dos “Corpos D’água”, oriundos das chuvas, par o mar... E como também, funcionaria como um “Sistema Sinergético Hídrico“, minimizando desta forma, a intensa evaporação, deste semi-árido que varia de 2.000mm/ano a 3.000mm/ano, dependendo da localização regional e/ou microrregional, ou seja, se for uma regional de depressões de vales e várzeas, esta citada evaporação pode chegar até 3.000mm/ano, como por exemplo, Vale das Espinharas da região de Patos(PB)... E se for localizadas em serras e planaltos, esta evaporação cai para em torno de 2.000mm/ano, como por exemplo, na cidade de Areia (PB), que se localiza no Planalto da Borborema...

É interessante observar que, decorrente desta intensa evaporação anual do semi-árido. E que muitos estudiosos dessa área hidrometeorológica, chega até afirmar (com inteira razão), que aqui no Nordeste “chove mais para cima, do que para baixo”... Pois, em média, aqui no semi-árido, chove somente 800 mm. Enquanto, sua evaporação é de entorno de 2.500mm/ano... Pelo visto, este processo de sinergia hídrica, através de Políticas Públicas de difusão de execução de disseminação de projetos de construções de barragens subterrâneas, diminuiria em muito esta intensa evaporação do semi-árido nordestino Brasileiro... Recarregando o lençol freático, desta forma reabastecendo os seus muitos aqüíferos.

É oportuno, falar em sistema “Sinergético Hídrico”, seria interessante, se construírem as margens de muitos rios intermitentes do semi-árido, uma série de “Piscinões”, como forma de retenção, ou melhor, de armazenamento de água, quando estes esses referidos rios do semi-árido estiverem transbordando nas suas estações chuvosas. Sendo assim, ao meu vê, contribuiria com uma acumulação mais efetiva desses recursos hídricos, nessas bacias hidrográficas... Que serveria para os múltiplos usos dessa água, como irrigação, piscicultura, lazer, etc. E até mesmo, de vazantes, nos períodos de estiagens, que vai de Julho a Dezembro. Perenizando desta forma, o seu leito principal. Entretanto, deve-se salientar, para se realizar as construções desses supostos piscinões, deveria primeiro, fazer o estudo de impacto ambiental. E, sobretudo, vê a viabilidade sócio-economico-ambiental.



Não esquecendo, devem se destacar, as construções de milhões e milhões de cisternas de placas em todos os rincões do Nordeste do Brasil. Pelo atual Governo federal e uma centena de Org(s) sócio-ambientais, aglomeradas na ASA (articulação do semi-árido), através de convênio com o Banco Mundial, para essencialmente, captar as águas de chuvas.


As cisternas de placas são reservatórios com capacidade para 16 mil litros de água construídos junto aos domicílios das famílias de baixa renda da área rural do semi-árido. Uma cisterna de 16 mil litros permite que uma família de cinco pessoas tenha água para beber, cozinhar e escovar os dentes durante o período de seca, que chega a durar até oito meses no ano. Assim sendo desta forma tirará muitos longínquos lugarejos, que ficam longe do acesso a água, da dependência exclusiva dos famigerados carros pipas, tão oneroso para os cofres públicos. E fomentador da “Indústria da Seca”. Aonde, muitas lideranças políticas interioranas, outrora, se aproveitavam da falta D’água, desses supostos lugarejos... Decorrente disto, ou seja, desta mencionada, falta D’água, suscitavam outras demandas sociais...

Ensejando, em épocas outrora, a muitos políticos inescrupulosos, a tirarem proveitos em pleitos “Político-Eleitorais”... Que obviamente, usavam como “Palanque Eleitoral”, para se perpetuarem no “Poder”... Que hipocritamente, se pré-julgavam os “Salvadores da Pátria...”



PEDRO SEVERINO DE SOUSA
ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
João Pessoa(PB), 28.11.2008








quarta-feira, 26 de novembro de 2008

BANCO MUNDIAL EMPRESTA US$ 20,9 BILHÕES PARA COMBATE À POBREZA NA PARAÍBA




VÍDEO SOBRE...



Agricultura Familiar e Agroecologia




BANCO MUNDIAL EMPRESTA US$ 20,9 BILHÕES PARA COMBATE À POBREZA NA PARAÍBA


Washington, 25 nov (EFE).- O Banco Mundial (BM) anunciou hoje a aprovação de um empréstimo de US$ 20,9 bilhões para financiar um programa de redução da pobreza rural na Paraíba.
Em comunicado, o BM indicou que o projeto tem como objetivo melhorar o acesso aos serviços e a infra-estrutura socioeconômica em pequena escala, e servirá para aumentar as entradas e os ativos de capital mediante o investimento em atividades produtivas.


Também fortalecerá os distritos municipais e as associações comunitárias em seus esforços para colher fundos e harmonizar políticas de distribuição de investimentos públicos a fim de beneficiar os setores mais pobres das localidades rurais. No comunicado, o BM indicou que o empréstimo foi concedido com um prazo de amortização de 19 anos e quatro de graça.





FONTE: G1

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A IRRIGAÇÃO NO NORDESTE DO BRASIL




VÍDEO SOBRE...

PROJETO MANDALLA
NA PARAÍBA
GLOBO RURAL




A IRRIGAÇÃO NO NORDESTE DO BRASIL
Irrigação é um meio artificial de jogar água nas culturas agrícolas, quando as dotações pluviométricas não são suficientes para garantir a essas mencionadas culturas agrícolas as suas sustentabilidades... E conseguentemente as colheitas dos seus frutos...A irrigação é de suma importância para o Semi-árido nordestino, isto por que, por ser uma região, como todos sabem, de chuvas irregulares no tempo e no espaço...Entretanto, apesar da extrema necessidade de se irrigar aquino nordeste do Brasil, ainda estamos engatinhando nesta pratica milenar...

Que vem mesmo antes de Cristo, na Mesopotâmia, através dos Rios Eufrates e Tigres...Passando pela civilização Egípcias, através do Rio Nilo...Hoje, difundida... E implementada mundialmente... Mas, mesmo assim, apesar da necessidade imprescindível de se irrigar aqui no Nordeste do Brasil...Os agricultores, culturalmente falando, ainda esperam que chova, para se plantar...Aonde na maioria das vezes, tendo água e energia dentro de suas propriedades, e não plantam, ou melhor,não irrigam...

Diante do exposto, ao meu vê, é salutar, fazer uma reflexão a este respeito abordado anteriormente, aonde aqui no Nordeste do Brasil, perdura este atraso na concepção cientifica da irrigação... De fato, na realidade, falta uma "Política Governamental"... Que implemente de vez, assistência técnica e crediticia, que subsidie os "projetos de Irrigação", voltando para o Nordeste do Brasil...Como por exemplo, que subsidie, o custeio com energia desses mencionados projetos de irrigação...Pois, como se sabe, a energia, ainda é onerosa, na composição de custo desses projetos de irrigação para o Nordeste doBrasil...

Por ser uma agricultura irrigada de pequena escala e magnitude, além da adversidade climática, onerando, obviamente, a produção final, que indubitavelmente, perderá competividade com produtos similares produzidos em outras regiões do Brasil, como por exemplo, a região centro-sul, por ter a décadas, já uma agricultura irrigada e mecanizada...Afora, possui um clima menos adverso do que a região Nordeste do Brasil...Que os "Tecnocratas" desta área pensem nisso...

“Partindo desses pressupostos abordados anteriormente, seria interessante que o Governo Brasileiro, criasse um "Programa Social de Tarifa Zero"( similar ao "Fome Zero")...Sobre o custeio de "Energia Elétrica"...Só assim, tiraria o Nordeste do Brasil...Do atraso secular sócio-econômico-cultural...Que sempre o "Sertanejo Nordestino"...Sofreram...Evitando desta forma o "Êxodo Rural"...Para outras "Regiões Brasileira"...Como por exemplo, Rio de Janeiro e São Paulo...Aonde certamente, repito, tirará o Nordeste do Brasil... Do atraso secular sócio-econômico-cultural... “


DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
PATOS(PB), 20.11.2008


terça-feira, 28 de outubro de 2008

QUESTIONAMENTOS SOBRE A TRANSPOSIÇÃO



VÍDEO SOBRE...








QUESTIONAMENTOS SOBRE A TRANSPOSIÇÃO



Olá Zé Nilde, respondendo a você a onde pergunta sobre a Transposição se vai chegar à Paraíba, por onde? Pelo Rio Piancó ou pelo Piranhas? Te afirmo que erroneamente, os técnicos(Franscisco Sarmento, Rômulo Macedo, entre outros) a pedido do então (1998) Ministro da Integração Fernando Bezerra, Norte-Riograndense Casado e Batizado do Governo FHC, optaram na entrada pelo Eixo Norte, derivação esta que vai para os sertões da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, no caso especifico da Paraíba, pela as nascentes do alto- Piranhas, que deságua no Açude Eng. Ávidos...Além do Eixo Leste, que cai nas nascentes do Rio Paraíba, no Município de Monteiro(PB), aí dispensa comentários, pois foi uma decisão acertada...

Quando eu falo que a entrada pelo Eixo Norte, foi uma decisão errada, foi por que, a priori, quando já se discutia sobre a Transposição, no Governo Militar do General João Batista Figueiredo, quando era o então Ministro Mario Andreazza se tinha uma única entrada, que era justamente, pelo o Eixo Norte, que para o Ceará iria pelas as Nascentes do Rio Salgado, nas mediações de Milagres(CE), já concernentes a entrada pela Paraíba, viria pelo Rio Piancó, que cairia no Açude de Coremas, a grande caixa da água do Estado da Paraíba, donde cairia no Rio Piranhas/Açu, atendendo em cheio o Estado do Rio Grande do Norte...O Rio Grande do Norte, é que teria que fazer a derivação Rio Apodi para neste caso atender a Região do Apodi, polarizada por Mossoró...Já no caso da Paraíba, ou melhor de se atender o Cariri, Curimatau e o compartimento da Borborema, especificamente Campina Grande, seria feito uma derivação do Açude de Coremas até as nascentes do Rio Taperoá, que deságua no Rio Paraíba, daí solucionaria a Entrada do Eixo Leste, como abordei anteriormente...No ensejo, anexo a este texto, o um artigo meu, que aborda em parte, esta questão, além que a partir deste referido texto suscitou também a Federalização do Rio Piancó, através de resolução baixada pela ANA (Agência nacional de Águas)...



Eis o artigo:




É A BACIA DO PIRANHAS(*) OU DO PIANCÓ?

Está em todos os livros de geografia da Paraíba, sem exceção, quer seja didático, paradidático, ou de leitura complementar, diz que a bacia do Rio Piranhas, é a principal bacia hidrográfica do sertão paraibano. Tendo vários Rios como seus afluentes. No alto-Piranhas, Rio do Peixe. No médio-Piranhas, Rio Espinharas, Rio Panati, Rio Sabugi, entre outros, inclusive, o Rio Piancó e Rio Aguiar. Já no baixo-Piranhas, o Rio Piranhas: deságua no Rio Açu, formando a bacia Piranhas-Açu.

Entretanto, vejo discrepância nesta afirmação, em o Rio Piranhas ser a principal bacia hidrográfica do sertão da Paraíba. Pois, se não vejamos: o Rio Piranhas em toda sua nascente, até mesmo considerando as bacias hidrográficas dos açudes de Engenheiro ávidos, São Gonçalo e Lagoa do Arroz, que deságua no Rio do Peixe, toda esta bacia hidrográfica mencionada anteriormente, só representa 1662km² (mil seiscentos e sessenta e dois quilômetros quadrados), e toda sua bacia hidráulica somente acumula 380.000.000m³ (trezentos e oitenta milhões) de metros cúbicos de água...

Enquanto que as bacias dos Rios Piancó e Aguiar, que alimenta o sistema Estevão Marinho- Mãe Dágua, têm quase 8.000km² (oito mil de quilômetros quadrados) de bacia hidrográfica e um volume de 1358.000.000m³ (um bilhão trezentos e cinqüenta e oito milhões) de metros cúbicos de água de bacia hidráulica.

Então, se vê a olho nu, não precisa nem mesmo de uma analogia mais apurada para se constatar que a bacia do vale do Piancó, é bem maior do que a bacia das nascentes do Rio Piranhas, como mostra os números mencionados anteriormente. E é de uma supremacia bem superior, pois, tanto a bacia hidrográfica do vale do Piancó, é 5(cinco) vezes maior do que a bacia do Rio Piranhas. E também referente à bacia hidráulica, só basta citar a bacia hidráulica do sistema Estevão Marinho-Mãe Dágua, que é 3,5(três vezes e meia) maior do que toda bacia hidráulica do alto Piranhas, inclusive, incluindo os açudes Engenheiro Ávidos, São Gonçalo, Lagoa do Arroz e até mesmo o Açude de Pilões.

E têm mais ainda, o sistema Estevão Marinho- Mãe Dágua, desde do inicio da década de 50, existe uma hidrelétrica, com uma vazão regularizada de 6m³/s(seis metros cúbicos por segundo), diuturnamente, perenizando Rio Piancó até a confluência com Rio Piranhas no município de Pombal (PB), que desemboca no Rio Açu, formando a bacia Piranhas-Açu.

E o mais absurdo de tudo isto, segundo meu ponto de vista, depois das discussões da Transposição das Águas do São Francisco para os Sertões do Nordeste do Brasil, que concerne à ramificação (entrada) pelo Sertão da Paraíba, deveria ser pelo vale do Piancó, e não pelas a nascente do Rio Piranhas, segundo o Projeto da Transposição, elaborado pelo Ministério da Integração Nacional. Até porque o sistema Estevão Marinho-Mãe Dágua, conhecido popularmente como o açude de Coremas, é a grande “caixa dágua” do Estado. E tem mais, segundo ao “Plano das Águas”, existem 12 projetos Hidroagrícolas para Estado da Paraíba, dos quais nove são encravados no vale do Piancó: Piancó l,ll,lll, lV, V, Vl, Poço Redondo (Santana de Mangueira), Projeto Gravatá (Nova Olinda) e Projeto Genipapeiro (Olho Dágua) e Mais o Projeto das Várzeas de Sousa, alimentado pelo Canal da Redenção, que sua tomada dágua, é no açude de Coremas... Se realmente a Transposição vier acontecer um dia, e a ramificação do sertão da Paraíba, for mesmo pelas as nascentes do Rio Piranhas, que deságua no Rio do Peixe nas várzeas de Sousa, o Canal da Redenção perderá o seu sentido de ser.


É bom ressaltar que o reservatório Estevão Marinho – Mãe Dágua, constitui-se num dos maiores complexos hídricos da região Nordeste, cuja capacidade máxima chega a mais de l,35 bilhão de metros cúbicos de água, além de dispor de uma hidrelétrica que até a década de 1970 abastecia quase toda região sertaneja como fonte de geração de energia elétrica, e hoje está interligadas ao sistema CHESF, com Paulo Afonso, Estado da Bahia; também uma grande maioria da população paraibana e brasileira não sabe que este grandioso complexo construído nas décadas de 1940 e 1950 tem como meta mais ambiciosa a implantação de um Pólo de Desenvolvimento, denominado, de Meridiano 38, cujo projeto se encontra atualmente no Ministério da Integração Nacional da Presidência da republica.

Caso seja implantado o projeto Meridiano 38 em nosso Estado, vai trazer a redenção de toda essa área (sertão Paraibano), prevendo inclusive a criação de uma Faculdade de Agronomia, escola Técnica Agrícola e Centro Administrativo de Política Agrícola, visando a irrigação de milhares de hectares de terra, trazendo empregos e rendas para inúmeros paraibanos, tendo como epicentro deste Pólo de Desenvolvimento, justamente cidade de Coremas.


(*) Agora, entretanto, provavelmente, os Geógrafos, Engenheiros e os pseudos hidrólogos, entre as décadas de 10 e 20, porventura dos estudos das bacias hidrográficas do alto sertão paraibano, acharam e classificaram a bacia do alto Piranhas, como sendo a principal, até porque, nestas citadas décadas, ainda não estavam construídos os complexos Estevão Marinho-Mãe-dagua, São Gonçalo e tão pouco Engenheiro Ávidos... No entanto, no período chuvoso, entre Janeiro e Junho, a bacia hidrográfica do Rio Piancó, por ser mais íngreme (até por não ter uma várzea, similar como as várzeas de Sousa), em toda sua extensão, escoava todas suas águas para confluência com Rio Piranhas...Já na bacia do alto Piranhas, de Janeiro a Dezembro, escoava suas águas para o Rio Açu, formando o Piranhas-açu. Como é sabido por todos de Janeiro a Junho, o sistema Piranhas-açu, é contribuído pelo próprio Rio Piranhas, alêm do Rio Piancó, Rio Aguiar, Rio Espinharas, Rio sabugi e Rio Seridó, entre outros...Todavia, de Julho a Dezembro, só a bacia hidrográfica do alto Piranhas, alimentava o sistema Piranhas-Açu, através das várzeas de Sousa. Devido às várzeas de Sousa no período invernoso acumulava água e no período de estiagem de Julho a Dezembro, alimentava o citado sistema Piranhas-Açu.




Carta para *Zé Nilde em 11/11/2005

*JOSÉ NILDE, FUNCIONÁRIO APOSENTADO DO DNOCS
RESIDENTE EM FORTALEZA - CE






quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O SANEAMENTO BÁSICO SOFRIVEL DE COREMAS-PB...



VÍDEO SOBRE...


COREMAS: O OÁSIS NO SERTÃO PARAIBANO








O SANEAMENTO BÁSICO SOFRIVEL DE COREMAS-PB...


Olá *Zé Nilde, confesso que é de uma enorme satisfação em lhe responder as suas indagações. Até por que, são interpelações sabias... Aonde suscitam reflexões norteadoras para possíveis “Soluções” dos problemas levantados... Entre outras, uma que se precisa, fazer uma analogia mais aprofundada... É sobre, quando você me pergunta: “Quando é que se vai fazer um saneamento básico em Coremas? Há algum projeto neste sentido? Do meu conhecimento Coremas é a única cidade do Brasil onde não se paga consumo d'água. Parece-me que a CAGEPA não quer assumir essa responsabilidade pelo saneamento de Coremas-PB. Fale-me um pouco sobre isto...´
Esta problemática sobre o saneamento básico de Coremas...Ora aqui levantada por você...Merece até uma abordagem histórica desta situação hídrica/potável, tão crucial para o “Mal estar” da saúde da população de Coremas... O Atual Saneamento Básico de Coremas, ainda vem...Desde 1955 a 1959 da profícua Administração do nosso saudoso e querido Otacílio Rodrigues dos Santos, Primeiro Prefeito Constitucional de Coremas eleito pelo povo...Aonde, o então Prefeito Otacílio Rodrigues dos Santos construiu o saneamento básico de Coremas, pelo visto, há quase 50 anos atrás...Para a época foi uma revolução...Até por que na época, ainda não tinha se criado a Cagepa...Pois, a Cagepa, só veio ser criada no inicio dos anos 70... Mais precisamente, no ano de 1972... Aonde incorporou o extinto Saneamento da Capital (Sanecap), juntamente com o Saneamento de Campina Grande (Sanesa)... Pelo então Governador João Agripino Filho...

Abrindo um parêntese, é bom ressaltar, que na época (há quase 50 anos atrás) da instalação do saneamento de Coremas, também, ainda não tinha...A tecnologia da Engenharia Sanitária, ou seja, os princípios fundamentais do tratamento de água, ou melhor, das “ETA(s)”, Estações de Tratamento de Água...E tão pouco, a tubulação de PVC...A tubulação de então, era de “Cano de Ferro”, que perdura até hoje...Ocasionando, uma altíssima concentração de dióxido de ferro, isto é, “Ferrugem” na “Água de Beber” de Coremas...Que conseqüentemente, vem trazendo, inúmeros problemas de “Saúde” para a sua população...Então, diante do exposto, urge, a necessidade de se instalar em caráter de urgente urgentíssima, a Cagepa ou um Órgão Municipal similar, para que de vez acabe com este “estado de coisa...”

Todos os Prefeitos de Coremas, após a instalação da Cagepa na Paraíba e o atual (desculpe-me meu nobre amigo, desde da infância, Edílson Pereira, pela sinceridade)...Infelizmente, foram e são “Contra” totalmente a instalação de uma companhia de água e esgoto para Coremas...Pensando eles, que quando o povo de Coremas... Passarem a pagarem (por que até agora nunca pagaram) pelo o tratamento pela sua água consumida...Porventura, o Prefeito que instalar este necessário (imprescindível) Serviço de “Bem Público”, ele e seus correligionários, serão derrotados em seus pleitos eleitorais... Se assim, continuarem a pensarem os atuais e os futuros mandatários da edilidade Coremense...Jamais sairemos desse atraso político tupiniquim, que é a Política de Coremas...

Pelo visto, diante desta situação, aqui e agora relatada, de pouca visão de “Políticas Públicas” dos “Ex(s)” e atual mandatário do Poder Público Coremense...Urge a imprescindível necessidade de se estudar e pesquisar solução para “Tal”...Agente, no caso, minha pessoa, estudioso dessa área de Recursos Hídricos, fico a conjecturar e imaginar possíveis soluções....Vejo que, segundo estudo da “Organização Mundial da Saúde, que diz, para cada 1(hum) dólar gosto na Potabilidade da Água, se economiza 4(quatro) dólares para se investir na Saúde Pública...Então, a partir dessa pressuposta premissa, abordada anteriormente, pode-se perfeitamente, se elaborar projeto de abastecimento de água saneada e tratada para a população de Coremas, com tarifas subsidiadas...Aonde este Erário, venha da suposta economia das dotações para a Saúde, Segundo deste estudo da “Organização Mundial da Saúde...” E/ou do Royteis da Chesf, imposto este que a Chesf, paga ao Município, aonde esteja localizada uma das inúmeras de suas Hidroelétricas...Neste caso especifico de Coremas, temos o Complexo Estevão Marinho- Mãe D’Água, que é uma das micro- bacias hidráulicas geradoras de Energia Elétrica para o sistemas Chesf....




JOSÉ NILDE,
COREMENSE, FUNCIONÁRIO APOSENTADO DO DNOCS
RESIDDENTE EM FORTALEZA ( CE)




DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
JOÃO PESSOA(PB), 14/05/2006



sexta-feira, 10 de outubro de 2008

OS CIENTISTAS PODEM REVERTER O AQUECIMENTO GLOBAL?




VÍDEO: TERRA PLANETA AZUL









OS CIENTISTAS PODEM REVERTER O AQUECIMENTO GLOBAL?


Durante décadas, cientistas têm sugerido algumas idéias, para manipular o clima que podem parecer malucas. Agora como o aquecimento global aparentemente a caminho e demonstrando sinais que irá se tornar cada vez mais severo, algumas pessoas estão levando essas idéias mais a serio.

Alguns pesquisadores sugerem instalações de espelhos gigantes no espaço para refletir uma parte da radiação solar. A Academia de ciências do Estados Unidos afirma que 55 mil espelhos refletiriam luz do sol suficiente pela metade a quantidade de dióxido carbono na atmosfera. Mas cada espelho deve ter 100 quilômetros quadrados.

Um novo estudo sugere que jogar partículas de dióxido de enxofre, um gás na atmosfera, entre 9,6 e 16 quilômetros de altura, poderia dispersar a luz do sol, esfriando um pouco o planeta.


Pesquisadores tentaram jogar no oceano ferro para incentivar a proliferação de pequenas plantas que, quando morrem e afundam no oceano, levam consigo o excesso de carbono. A Experiência não obteve sucesso.

O Governo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush tem apoiado um projeto de despejar o dióxido de carbono, um dos principais gás causadores do efeito estufa, , no solo, em altas profundidades.

FONTE:
NEW YORK TIMES

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O HOMEM É TÃO DESTRUIDOR QUANTO AS CÉLULAS DO CÂNCER.





O HOMEM É TÃO DESTRUIDOR QUANTO AS CÉLULAS DO CÂNCER.





Como é sabido, que as células do câncer se multiplicam, formando inúmeras colônias de células cancerígenas, compondo o tumor maligno, na vã “ilusão” de ganhar a guerra da vida, entre o ser animal, quer seja animal racional e/ou irracional (pois, o câncer é comum a essas duas espécies de seres animais) e as colônias de células cancerígenas. Entretanto, as colônias de células do câncer não sabem que matando o hospedeiro (o individuo com câncer), morrerá também, inevitavelmente.

Agora o homem, conscientemente, destrói e devasta o equilíbrio do meio ambiente, pensando somente no lucro fácil, sem medir as conseqüências, que serão irreversíveis..

Partindo dessa analogia, se vê a olho nu, que o homem é inconseqüente, pois, nos dois últimos séculos o homem destruiu o meio ambiente, confiante na idéia que a natureza é infinita. De acordo com a mentalidade materialista que o homem tem adotado nos últimos séculos, ele se coloca no centro do universo, como se fosse uma criatura privilegiada e estivesse acima da natureza.

Hoje a humanidade se encontra no dilema, o conhecimento cientifico começa a mostrar que não somos as criaturas privilegiadas que durante muito tempo julgamos ser. Os demais seres vivos, plantas e animais, não foram feitos para o homem. Portanto, não podem ser encarados apenas como recursos à nossa disposição. O homem é semelhante a todos os seres vivos, mesmo sendo extremamente complexo e capaz de modificar a natureza (na maioria das vezes para pior). Ele é parte da biosfera e não sobreviverá sem ela. Desta forma as alterações que o homem provoca na biosfera acaba atingindo a ele próprio, comprometendo seu padrão de vida e o futuro das próximas gerações.

A sociedade moderna industrial, através do capitalismo selvagem, costuma eliminar tudo o que não considera útil e não dá lucros. A terra, as árvores, as aves, os animais, tudo é visto como mercadoria que se compra e vende, como objetos a serem comercializados. Se alguma coisa não tem valor monetário, se não serve para o comercio, então deve ser eliminada. É como se a natureza só existisse para o homem e para satisfazer suas necessidade materiais imediatas. Diante disto, condiciona a humanidade, paradoxalmente, a uma sociedade sócio-econômica-cultural, voltada para sua autodestruição, pois vai de encontro (em choque) aos princípios básicos da cadeia alimentar. Quebrando a seqüência natural da cadeia alimentar, obviamente, a vida será dizimada no planeta terra.
Em suma, considero o homem, o câncer da natureza terrestre, por ser imediatista e pensar que o presente é eterno, achando que não existirá o amanhã, onde será uma nova realidade...

Se o homem, não deixar de degradar e devastar a natureza terrestre, estamos fadados, inevitavelmente, a nossa autodestruição...Então, como se vê, é quase a mesma correlação de dependência entre a células do câncer e o seu hospedeiro (individuo canceroso), o canceroso morrendo, o câncer vai junto também. Obviamente, é mesmo caso, entre o a natureza terrestre e o homem... pense nisso!







DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA.
PEDRO SEVERINO DE SOUSA.
JOÃO PESSOA(PB), 08.10.2008