segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

DENTRO O SISTEMA SOLAR...SÓ O PLANETA TERRA... POSSUI O CICLO HIDROLÓGICO...



Documentário BBC - Terra: O Poder do Planeta - Terra Rara

DENTRO O SISTEMA SOLAR...SÓ O PLANETA TERRA... POSSUI O CICLO HIDROLÓGICO...



Todos os Planetas do Sistema Solar, que dentro dos princípios básicos das leis cosmológicas, sempre vai atuar a “Força Gravitacional Mútua da matéria” (Isaac Newton )...Donde se conceitua: A Gravitação universal é a força de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas...

Então partindo destes princípios básicos das leis cosmológicas... Donde a “Força Gravitacional Mútua da matéria”...Rege todos os Sistemas Solares do Universo...A terra e os demais Planetas(mercúrio, Venus, marte, júpiter, saturno, urano, netuno e plutão)...Do sistema solar da nossa galáxia via láctea...Estão intrinsecamente, condicionados a este já mencionada Força Gravitacional Mútua da matéria”...E que o elemento químico mais abundante no universo ser o hidrogênio, o principal, componente da composição da água (H2O)...Entretanto, só na basta um planeta possuir água...Para ele possuir seu ciclo hidrológico...Pois, depende essencialmente, de sua massa, do seu tamanho, de sua rotação, translação e possuir seu eixo inclinado...Dentro mais ou menos...As dimensões do planeta terra...Ou seja, da massa e tamanho da terra...E possuir rotação de 24 horas...Entre o dia e a noite...E possuir o movimento de translação de 24(vinte e quatro) meses...E possuir seu eixo inclinado de 23,45°...Que defina as 4(quatro estações do ano)...Inverno, primavera, outono e verão...Como são as condições atuais da terra...Só assim, qualquer planeta no universo, poderá possuir seu ciclo hidrológico...

Então, partindo desses pressupostos, abordados acima, como explicar o ciclo hidrológico da Terra?

O Planeta terra tem seu ciclo hidrológico... Devido possui a massa, ou melhor, o tamanho da Terra é de 5.9743 ×1024 kg...Possuir o movimento de rotação de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09)...

E ter o Eixo inclinado de aproximadamente 23 graus Angular... Ter o Movimento de Translação de aproximadamente 365 dias...Aonde se define as 4(quatro) Estações: Verão, Outono, Inverno e Primavera...E receber Energia e Calor do Sol...Para se ter uma “Atmosfera”... Adequada...Funcionando dentro de um “Efeito Estufa”...Para se ter seu ciclo Hidrológico....E por conseqüência, o ciclo da vida...

Entretanto, partindo dessas premissas abordadas acima, segundo, a literatura astronômica, só “O Planeta Marte”...Dentro do Sistema Solar...Marte possui dimensões astrofísicas semelhantes ao Planeta Terra...

Partindo destes pressupostos...Então vamos vê em quais características físicas se assemelham Marte com a Terra:Tamanho da grandeza da massa do Planeta Terra é ligeiramente maior do que o Planeta Marte. A massa de Marte é de 6,4185×1023 kg...E da Terra é de 5,9743 ×1024 kg...Pelo visto de tamanho quase equivalentes...Concernente as suas inclinações aos seus planos de inclinação dos seus Eixos...A Terra tem inclinação axial de Inclinação axial:23,45°Já Marte de: Inclinação axial:25,19°... O movimento de Rotação da Terra: dura 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos, o que equivale a um dia sideral... A duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra e é de 24 horas, 39 minutos e 35 segundos . O movimento de translação da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno do planeta a cada 27,3 dias.

Já Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Devido o planeta Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Agora, entretanto, dentro de uma “Analogia”... Mais “Fundamentado”... Do “Ciclo Hidrológico” da Terra...Deve-se ressaltar, afora outros fatores determinantes do seu Ciclo Hidrológico...Como por exemplo, de receber “Energia e Calor” do “Sol”... E devido, essencialmente, da Terra...Hoje(Idade Geológica atual)...Possui uma “Atmosfera”... “Adequada”...De “Efeito Estufa”...Que é a sua “Força Propulsora”... Para possuir seu ciclo hidrológico... E o fator preponderante de tudo isto...Ou melhor, do ciclo hidrológico da Terra...


É dedutível que o ciclo hidrológico da Terra...Decorre, essencialmente, devido a Terra se encontrar posicionada numa localização do sistema solar da via láctea...Aonde, certamente, “Existem”, uma “Interação”...Da “Lei” da “Gravitação Universal”... Donde, logicamente, impulsiona o ciclo hidrológico da Terra... Devido sua massa gravitacional, ser peculiar para tal...Pormenorizando tudo isto... Se existem e/ou existirão...Ciclo hidrológico nos outros planetas do sistema solar...É salutar, se fazer algumas considerações...

Considerando que um “Pingo D’Água” de chuva pesa 10gramas aqui na terra...O mesmo “PINGO D’ÁGUA... Como por exemplo, pesaria no planeta Júpiter...Considerando que o planeta Júpiter é 1.300(hum mil e trezentos) vezes maior do que a Terra...Mesmo apesar de que, o Planeta Júpiter possui uma formação gasosa e toda sua massa só ser maior 2,5 maior do que o Planeta Terra...Todavia, ainda um pingo da água lá Júpiter pesaria 25 gramas...Neste caso, incompatível para se possuir o seu ciclo hidrológico...Pois, sendo assim, inexistindo evaporação...Um caso inverso ao planeta Júpiter...É sobre as condições astrofísicas gravitacional da “Lua”...Como quase todo mundo já sabe...Que a Lua é 4(quatro) vezes menor do a Terra...Neste caso, um pingo da água na lua de 10gramas...Só pesa 2(duas) gramas...E devido a força gravitacional na lua ser quase nula...Se dissipam as precipitações chuvosas na lua...Incorrendo o seu ciclo hidrológico...

Diante de todos estes pressupostos, preceitos e leis cosmológicas...Abordados acima, em suma , conclui que entre os Planetas Sistema Solar(Plutão,Netuno, Urano, Saturno,Júpiter, Marte, Terra, Venus e Mercúrio)...Logicamente, exceto, a Terra...Só o planeta Marte...Em “Era”...Outrora há Bilhões de anos atrás...Aonde o Sol...Emitia mais calor e energia para o seu sistema solar...Possivelmente , teve o seu ciclo hidrológico...Entretanto, hoje, certamente, devido o Sol ter diminuído emissão de calor e energia para o sistema solar... Encontra-se com temperatura bem abaixo de zero grau Celsius... Incompatível com uma formação de um ciclo hidrológico...No entanto, o *Planeta Vênus, numa “Era” Geologica futura... Ou seja, milhões e milhões ou bilhões de anos para frente... Aonde o Sol, diminuirá a sua emissão de calor e energia...O Planeta Venus, entrará numa evolução de uma atmosfera...Como se encontra o Planeta Terra hoje...

Apesar de que o planeta Vênus, possuir tamanho, ou seja massa(95%) em comparação com o tamanho da terra...E ter o movimento de translação de 224 dias... Por Ano...Porém, possui o movimento de rotação de 243 dias...Aonde na terra, só são 24 horas...Além de não quase não possuir inclinação axial( 0,01% )...Aonde se define as estações do ano...Tendo portanto, um eterno verão...Condições estas... Também, incompatíveis a possuir um ciclo hidrológico...

Todavia, o “Cosmo”, conhecido popularmente, como o “Universo” Aonde existem mais de cem bilhões de galáxias, onde cada galáxia dessas possuir milhares e milhares de sistema solares.. Deve, certamente, dentro dessa infinidade de planetas... Deste Mundo Galáctico... ”Existirem infinidades de “Planetas”...Na mesma condições da Terra de possuírem o seu ciclo Hidrológico...Conseqüentemente, o ciclo da vida...Ainda não se sabe...Se tudo isto perdurará eternamente sendo assim, no universo...Mas, provavelmente, o ciclo hidrológico, existe em outros sistemas solares, através de centenas de bilhões de galáxias existente no universo e até mesmo em outro sistema solares da nossa Via Láctea. Portanto, seria grande desperdício de espaço no universo, caso não existissem, vidas(leia ciclo hidrológico) fora da terra (Carl Sagan)..E como também o elemento químico mais abundante ser o hidrogênio o principal componente da composição da água (H2O)...

Então, basta que qualquer corpo celeste esteja em órbita de um sol e receba: luz, energia e calor para ter uma atmosfera suficientemente para suscitar o ciclo da água e conseqüentemente o ciclo da vida... E que, segundo, a astronomia se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis... Decorrente disto a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias, isto é, a dinâmica do universo expansivo... Mas, segundo, a teoria do universo oscilante, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contraísse até atingir um volume infinitamente pequeno, ocorrerá então, um novo (BIG BANG) e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de física...

PEDRO SEVERINO DE SOUSA
ESCIRTOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
JOÃO PESSOA(PB), 01.02.2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

COMO SE FORMARAM OS MARES E OCEANOS...

Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 1/6

Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 2/6


Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 3/6

Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 4/6



Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 5/6

Terra - O poder do Planeta. Oceanos - Parte 6/6






MASS HÍDRICA: SUA VARIABILIDADE EM VOLUME AO LONGO DOS TEMPOS...

Alguns estudiosos defendem a “tese” de que toda massa hídrica da hidrosfera terrestre é inalterada, ou seja, seu volume não diminui, só muda de lugar, através do ciclo hidrológico (chuvas), formando rios, lagos, lagoas, os lençóis freáticos (águas subterrâneas), represas, açudes, etc. No entanto, acho esse pensamento equivocado. Senão vejamos: no princípio da formação da hidrosfera terrestre, a sua atmosfera, na troposfera, que atinge cerca de 12 a 18 km de altitude acima da superfície terrestre, tem espessura menor na linha do Equador que nos pólos. É a mais importante, porque todos os fenômenos meteorológicos que interferem na terra - chuvas, umidades, ventos, nuvens - ocorrem nessa camada.

No princípio da formação da hidrosfera, essa camada (troposfera) funcionava permanentemente por milhares e milhares de anos a fio, saturada, ou seja, em pleno estado de precipitação...Formando desse modo, a hidrosfera terrestre. Isto é, os mares, oceanos, rios, lagos, lagoas e os lençóis freáticos. Neste caso, a umidade da atmosfera era de absoluta saturação, pois toda nossa Massa Hídrica se encontrava na Atmosfera. EM “VOLTA DO PLANETA TERRA”...

Decorrente das leis cosmológicas e geofísicas, neste princípio. Obviamente, só depois de ter se completado o ciclo da formação da hidrosfera, é que se iniciou o ciclo hidrológico (o ciclo das chuvas, propriamente dito). Já a partir daí (Era Pré-cambriana), a hidrosfera já começou a perder gradativamente seu volume, de uma forma pequena, mas progressiva e crescente, na constituição de todos os ecossistemas da biosfera. Isto vem, se perdurando até hoje, depois de terem transcorridos bilhões de anos, e se prolongará por muito mais, certamente até no final dos tempos e de uma forma cada vez mais acentuada. Pois é crescente a taxa de evaporação em todos os ecossistemas e principalmente em processo de desertificação, como nos sertões do nordeste do Brasil, região esta, que sua evaporação média anual é de 3 000 mm/m² de espelho d’água e que, aliás, na maioria das vezes não forma nenhum milímetro de chuva.


Para se compreender melhor esta questão, será preciso que se adentre aos pormenores da umidade do ar. A água, sob a forma de vapor ou de gotículas, está sempre presente na atmosfera. Uma das formas de constatar isso é observar o orvalho que muitas vezes cobre a vegetação de manhã, principalmente nos dias frios.

O ar tem capacidade para conter um limite de vapor de água. Quando este limite é atingido, o ar fica saturado, isto é “cheio”. O ar quente consegue conter mais vapor de água do que o ar frio. Se a temperatura do ar saturado diminuir, o excesso de vapor que esse ar contém se condensa, isto é, passa para o estado líquido. A condensação do vapor de água da origem às diferentes formas de precipitação: orvalho, neve, granizo, geada e chuva.

Devemos saber também mais sobre umidade relativa do ar, que é a relação da quantidade de vapor de água (calculada em gramas por metro cúbico de ar) com o volume e a temperatura da atmosfera de um determinado lugar. Por exemplo: em uma cidade cuja temperatura é de 20ºC, o ar fica saturado ao atingir 17 gramas de vapor água por metro cúbico (17g/m³). Neste caso, a umidade relativa do ar atingiu 100%. Quando o ar atinge o seu ponto de saturação, ocorrem as precipitações, principalmente as chuvas.

Em qualquer lugar da superfície terrestre, existe umidade no ar. Não existe ar totalmente seco, a não ser em laboratório. Quando a umidade do ar esta muito baixa, como em áreas desérticas ou em lugares como Brasília, capital do Brasil, em determinados meses do ano, dificilmente chove, mesmo existindo intensa evaporação.Portanto, é percebível que os climas de regiões desérticas, semidesérticas e as que se encontram em processo de desertificação (que são muitas), absorvem muita água dos seus ecossistemas, através da evaporação (que é intensa), que, na maioria das vezes, não retornam mais ao contexto geral da massa hídrica depositada na superfície terrestre. E sim, só atenuando um pouco a climatologia seca de seus respectivos ecossistemas, aumenta um pouco a umidade relativa do ar (que em geral é baixa), que dificilmente forma chuva, a não ser em estação chuvosa.

E o pior desta crescente evaporação em muitos ecossistemas, é que só faz diminuir (e muito) a água doce disponível na face da terra. E que, aliás, dos 100% desta massa hídrica, só 3% desta água é doce e, mesmo assim, 2% se encontram congeladas nas geleiras polares, geleiras continentais e geleiras de montanhas, e que somente 1% desta água doce se encontra distribuída na face da Terra, através dos rios, lagos, lagoas, lençóis freáticos, represas, açudes, etc., por sinal, mal distribuída, pois, só o Brasil detém: 11,6%.

E mais: existem muitos fatores que contribuíram e contribuem ainda com a variabilidade da hidrosfera ao longo das “eras”. Se fossem abordá-los e estudá-los profundamente, dariam inúmeras teses de doutorado. Mas vamos ao trivial. Partimos da Premissa de Lavoisier que diz: “Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Então, a própria natureza terrestre, nos primórdios de sua formação, usou, de forma laboriosa e gradual, a sua massa hídrica, já então depositada definitivamente na superfície terrestre para constituir a sua biosfera e se perpetuar dentro do tempo que é de direito, perante as leis cosmológicas e geofísicas. Naturalmente, esta autotransformação fez com que a massa hídrica terrestre perdesse e ainda perde (e como perde!) massa para formação e manutenção da biomassa terrestre. Ou seja, transformou e ainda transforma, em parte, massa hídrica em biomassa, que é a totalidade de toda massa biológica (especialmente vegetal) de todos os ecossistemas, incluindo, também, toda biodiversidade de seres vivos (animais), inclusive o homem.

Deve ressaltar-se que esta variabilidade da hidrosfera (pequeníssima diminuição, resguardada as devidas proporções), que, aliás, ao meu ver, é uma gota d’água retirada dos oceanos, nunca afetou e nunca jamais afetará a climatologia do meio ambiente global de permanente umidade do ar. Pelo contrário, foi justamente essa parcela da hidrosfera que formou e mantém o clima terrestre e que, por sinal, no princípio, era saturada e que, hoje, é um clima de umidade relativa e de crescente diminuição desta relatividade.

Isto decorreu e decorre dos fenômenos metamorfógicos da própria natureza, como a diminuição gradativa do vulcanismo, principalmente as atividades vulcânicas submersas nos oceanos, e o montanhismo decorrentes dos deslocamentos das placas tectônicas, que formou na Era Cenozóica (Era Geológica atual), as grandes cadeias de montanhas, que impede a passagem das chuvas, donde, já foi definido então, alguns desertos, como o deserto do Gobi, na Mongólia e Nordeste da China, entre outros. Ao longo das eras e finalmente agora, na idade contemporânea, é o causado e acelerado pelo homem, como por exemplo: desmatamentos de matas, florestas e a crescente urbanização... etc. É bom lembrar, que estas referidas questões mencionadas acima, são abordadas e comentadas com melhor clareza em outros capítulos.

Finalmente, deve-se ressaltar também, que a massa hídrica é uma fonte inesgotável e inabalável* e quase eterna, pois perdurará repousando na superfície terrestre de forma congelada (é claro), até mesmo depois da morte do nosso sistema solar. Não terá eternidade (a massa hídrica terrestre) porque será dissipada (desintegrada) ao longo dessa eternidade, pelas intempéries cosmológicas. Ou, então, fará parte de um novo universo (cosmo), caso ocorra um novo Big Bang.


EXTRAÍDO DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA....
Leia no www.google.com.br
" PEDRO SEVERINO DE SOUSA"

domingo, 17 de janeiro de 2010

MOVIMENTOS MAGMÁTICOS: A CAUSA “HIPOTÉTICA”... DA DERIVA CONTINENTAL... QUE OCASIONAM OS TERREMOTOS, MAREMOTOS, TSUNAMIS E EL NIÑO...



PLANETA ASSOMBROSO: NASCIDO DO FOGO



MOVIMENTOS MAGMÁTICOS: A CAUSA “HIPOTÉTICA”... DA DERIVA CONTINENTAL... QUE OCASIONAM OS TERREMOTOS, MAREMOTOS, TSUNAMIS E EL NIÑO...

No interior da terra, se encontra o “Magma”, massa natural, fluida, ígnea, situada em camadas profundas da terra, que se encontra em permanente atividade, ou seja, a alta concentração de massa da terra faz com que no seu interior exista um imenso e intenso calor, que, aliás, no principio da formação da terra, era infinitivamente, maior, pois existem teorias cosmológicas, que diz que: o planeta Terra, por ser o terceiro planeta em órbita na ordem de aproximação ao sol, na “Era do Big-Bang”, era uma massa incandescente, um verdadeiro e imenso caldeirão em ebulição, em que as atividades vulcânicas eram de uma magnitude plena, que faziam do nosso planeta Terra um verdadeiro “micro sol”, inconcebível em possuir, até mesmo, uma atmosfera...

Como é sabido por todos, com passar de bilhões de anos... A Terra, veio a diminuir sua intensidade de calor do seu Magma... Por conseguinte, a Terra passou a possui a sua atmosfera... E conseqüentemente o seu ciclo hidrológico... Que formou os mares e oceanos... Que por sua vez... Veio a deriva continental... Pois, antes os continentes existentes hoje...Era um continente único ...Ou seja , a Pangéia...

Então, pelo visto, com fracionamento da Pangéia... Que resultou aos continentes existentes hoje...E outras porções de terra(ilhas e arquipélagos)...Existentes pelo Mundo...Estão a mercê...Do comportamento dos Movimentos do Magma do Interior da Terra...Dependendo da intensidade de Calor(se maior e/ou menor)...Ocorrem os Terremotos, Maremotos, Tsunamis...E até mesmo, o El Niño e/ou La Niña...

Então, partindo destes pressupostos, abordados anteriormente, como explicar as ocorrências dos Terremotos, Maremotos, Tsunamis, El Niño e/ou La Niña?...

Dentro de uma visão hipotética...Pois, ainda não existe um “Estudo Cientifico”...Para tal...Vejo que a intensidade( maior ou menor ) do calor do magma do interior da terra...Depende exclusivamente da composição mineralógica das camadas da terra no seu perfil vertical...Aonde esses mencionadas camadas...Possuem mais ou menos( +ou- ) material de “Nucleação Explosiva”... Que em conseqüência disto, ocorrem as atividades Vulcânicas...E as colisões das Placas Tectônicas... Impulsionando... A Deriva Continental...Terremotos, Maremotos e Tsunamis...Até mesmo, o El Niño ou/e La Niña...



DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
JOÃO PESSOA(PB), 17.01.2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

COLISÃO DAS PLACAS TECTÔNICAS...A CAUSA DO TERREMOTO NO HAITI



Especialistas explicam o que provocou terremoto
Porto Príncipe, a capital do Haiti, está bem próxima ao ponto de encontro entre placas tectônicas do Caribe e da América do Norte. Imensas formações rochosas em discreto, mas permanente deslocamento.

As causas do terremoto foram discutidas nesta quarta em todo o mundo. Especialistas brasileiros explicaram o que provocou um efeito tão devastador.

Um equipamento em Rio Claro, no interior de São Paulo, registrou o que aconteceu a quase 6 mil quilômetros de distância.

Porto Príncipe, a capital do Haiti, está bem próxima ao ponto de encontro entre as placas tectônicas do Caribe e da América do Norte. Imensas formações rochosas em discreto, mas permanente deslocamento.

“Vão acumulando energia e chega um momento em que essa energia é liberada e foi liberada exatamente na região do Haiti”, explicou o sismólogo da UNB George Sands.

O epicentro do terremoto coincide com uma falha geológica registrada nos mapas e que cedeu à pressão, segundo o especialista da Universidade de São Paulo, José Roberto Barbosa: “Existe uma falha já definida há muitos anos e essa falha que foi a principal culpada pra ocorrência desse terremoto que devastou o Haiti”.

O risco de um terremoto nessa falha foi apontado por vários cientistas. A última vez, em 2008, em um congresso internacional na vizinha República Dominicana.

Sobre os tremores registrados nos últimos dias no Rio Grande do Norte, o pesquisador Aderson Nascimento diz que a região está sobre outro sistema de placas tectônicas.

“Eu não consigo ver nenhuma relação até porque são situações, do ponto de vista geológico, um pouco diferentes”, disse.

Além de bastante intenso, o abalo aconteceu a uma profundidade relativamente pequena, cerca de 10 quilômetros, o que é pouco em termos geológicos. Por isso, os tremores chegaram com tanta força à superfície.

Em 2003, na fronteira entre Brasil e Peru, houve um terremoto com magnitude até maior: 7,1. Mas a 600 quilômetros de profundidade, quase nem foi sentido.

FONTE: JORNAL NACIUONAL(13.01.2010)
REDE GLOBO

A DERIVA DOS CONTINENTES...A CAUSA DESTE TRÁGICO TERREMOTO NO HAITI




DERIVA CONTINENTAL








PLACAS TECTÔNICAS E VULCÂNISMO







A DERIVA DOS CONTINENTES...



No princípio, segundo teorias geofísicas, os continentes existentes hoje, eram formados em um só continente, ou seja, a Pangéia, continente antigo que, conforme certa teoria era constituído pela reunião dos atuais continentes, os quais teriam surgido pela fissura do bloco original. Só depois da deriva dos continentes, que se definiu a continentalidade das Regiões do planeta Terra...Quando se fala, em deriva dos continentes, se imagina logo, em “Placas Tectônicas”... E que, as Placas Tectônicas, são, na verdade, os grandes continentes (América Central, América do Norte, América do Sul, Europa, África, Ásia e a Oceania), e outras grandes (a Groenlândia) e pequenas (a Indonésia, como por exemplo) porções de terra...

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Agora uma prova inconteste, que os continentes, estão em permanente deriva, foi a ocorrência deste terrível terremoto, ocorrido no dia, 26.12.2004(Domingo), tendo como epicentro o litoral noroeste da Indonésia, que provocou um maremoto, formando tsunamis (Ondas Gigantes) nunca visto dentro da Idade contemporânea da humanidade...Segundo, dados oficiais, já morreram mais de duzentas e cinqüenta mil pessoas, e mais de cinco milhões de pessoas se encontram desabrigadas...

Todavia, provavelmente, outrora e/ou atualmente, permanentemente, ocorrem terremotos nos fundos dos mares e dos oceanos (Pacífico, Atlântico e Indico), e que, obviamente, ocorrem maremotos, não talvez, na mesma proporção desta recente tsunami no sudoeste da Ásia... Ocorrem, talvez, com, por exemplo, nos deslocamentos das placas tectônicas da América do sul e do Continente Africano, que ficam localizadas no alto mar do Oceano Atlântico, bem distante deste referidos continentes (América do Sul e África)...Logicamente, as ondas tsunamis, que se formam, perdem forças, para chegar aos distantes litorais, destes respectivos continentes, quando chegam, não passam de uma simples ressaca do mar...

Comparativamente falando, a ocorrência de maremoto provocado por grandes placas tectônicas, com, por exemplo, como as placas tectônicas da América do Sul e do continente Africano, em comparação ao deslocamento das placas tectônicas, que formam estes referidos países (Indonésia, Tailândia, Sri-lanka, entre outros), aonde ocorreu este desastroso maremoto, é como se fosse, na ocorrência de uma grande tempestade em alto mar, e no mesmo instante, estivesse cruzando esta referida tempestade, um “Transatlântico” e uma “Jangada”... Obviamente, o Transatlântico, sairia ileso desta grande tempestade... Já, quanto a Jangada, ficaria a deriva, com conseqüências irreparáveis.

Entretanto, a magnitude geofísica deste recente terremoto no sul da Ásia, considerando a suas dividas proporções, segundo, alguns cientistas, foi de uma proporção considerável, pois, segundo eles, chegou a deslocar o eixo da Terra, em até dois milésimo de segundo(“), que representa em linha reta, a um deslocamento de até seis centímetros”. Chegando também, a haver deslocamentos de ilhas dentro desta microrregião do extremo Sul da Ásia, de até trinta metros. E até mesmo, algumas ilhas, se deslocaram em relação ao nível do mar, em até vinte metros... Outros cientistas, disseram também, que provavelmente, o “microclima”, desta mencionada microrregião, se modificará em parte... Não dizendo suas “causas e efeitos...”

Agora, ao meu vê, não precisa ser nenhum especialista em meteorologista, para se vê, que, essas possíveis modificações deste mencionado microclima, das regiões encabeçadas, pela Indonésia e países circunvizinhos... Quando se fala em El Niño, se lembra logo, em secas no Semi-árido do Brasil e secas na Indonésia e na Austrália Oriental... Entretanto, estes mencionados períodos de secas nestes citados paises, não são devido ao El Niño, e sim, devido, as “semi-atividades vulcânicas”, nestas referidas regiões, só para se ter uma idéia, a Indonésia, é totalmente circundada por vulcões...

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No interior da terra, se encontra o “Magma”, massa natural, fluida, ígnea, situada em camadas profundas da terra, que se encontra em permanente atividade, ou seja, a alta concentração de massa da terra faz com que no seu interior exista um imenso e intenso calor, que, aliás, no principio da formação da terra, era infinitivamente, maior, pois existem teorias cosmológicas, que diz que: o planeta Terra, por ser o terceiro planeta em órbita na ordem de aproximação ao sol, na “Era do Big-Bang”, era uma massa incandescente, um verdadeiro e imenso caldeirão em ebulição, em que as atividades vulcânicas eram de uma magnitude plena, que faziam do nosso planeta Terra um verdadeiro “micro sol”, inconcebível em ter, até mesmo, uma atmosfera...

Deixando o questionamento da formação da terra de lado, que aliás, não é o questionamento em questão, e sim, que as semi-atividades vulcânicas, que circundam totalmente a Indonésia, é que define a climatologia não só da Indonésia, e como também, da Austrália oriental e todas as regiões circunvizinhas...

Já desde do começo da primavera (21 de setembro) passando pelo verão, até o termino do outono (21 de junho) estações de calor no hemisfério sul, estações de intensas evaporações, que são susceptíveis na formação de chuvas...Porem, por outro lado, o intenso calor dessas estações mencionadas anteriormente, associado, com o ar quente e seco (gases) das ocorrências das semi-atividades, destes citados círculos, dos inúmeros vulcões que circundam a Indonésia e áreas adjacentes, dissipam, as formações de chuvas nestas regiões, principalmente, na Indonésia e Austrália Oriental Setentrional...
P.S: Olá Pedro

Parabéns! Gostei muito do seu artigo sobre a Deriva dos Continentes.

Como você é um expert no assunto me explique porque o Brasil é um País que não têm terremotos nestas proporções. No meu entender acho que deve ser devido à posição central que o Brasil ocupa no continente da América do Sul (Placa tectônica). Os paises que se localizam nas periferias das Placas Tectônicas são mais expostos a esse tipo de fenômeno.



Para meditar:

Ontem é história.
Amanhã é mistério.
Hoje é uma dádiva.

Abraços!
* Rosa Rita ( PROF. DE ENFERMAGEM DA UFPB)




Olá Rosa Rita,

A pergunta que você fez!, Você mesma, a respondeu com muita propriedade...

De fato, não acontecem tremores sísmicos (terremotos) no Brasil de grande proporções, por que o Brasil, se localiza em pleno interior da Placa Tectônica Sul-americana...Porém, como por exemplo, todo litoral do Chile da Patagônia até seu extremo norte, limite com o Peru, inclusive o litoral do Peru, estar literalmente, na extrema periferia da placa tectônica sul-americana ocidental, porém, mesmo assim, não acontecem abalos sísmicos de grandes proporções...Até por que, fica também, no sopé (abaixo das cordilheiras dos Andes)...

O que aconteceu agora, essas tsunamis, no sudoeste da Ásia, principalmente, no noroeste da Indonésia, não foi só porque, o seu epicentro, foi talvez, na periferia de uma dessas placas tectônicas... E sim, por ser aglomerados de pequenas placas tectônicas, esfaceladas e fracionadas das grandes...

Pense nisso.

Um Abraço,
Pedro Severino.



DO AUTOR DO IVRO: ÁGUA: A ESÊNCIA DA VIDA
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa (PB),
01 de Janeiro de 2005.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

OS PRÓXIMOS TRÊS(JAN/2010, FEV/2010 E MAR/2010) SERÃO DE TEMPO SECO EM PARTE DO NORTE E NORDESTE...



OS PRÓXIMOS TRÊS(JAN/2010, FEV/2010 E MAR/2010) SERÃO DE TEMPO SECO EM PARTE DO NORTE E NORDESTE...


No Hemisfério Sul, o verão começou nesta segunda-feira com previsões preocupantes dos meteorologistas.


O verão chegou com céu encoberto no litoral de São Paulo. Bem diferente do que se espera dele. No Rio de Janeiro, muito sol e praias lotadas, no exato momento do início do verão. A meteorologia prevê uma estação quente, com temperaturas máximas acima dos 30ºC em boa parte do país.

Com o calor, vem mais chuva, principalmente em regiões que já vinham sendo castigadas durante a primavera. A previsão dos meteorologistas é que chova acima do normal no Sudeste e no Centro-Oeste.
A primavera já foi marcada por chuvas intensas no Sul e Sudeste. Só em dezembro, 31 pessoas morreram no estado de São Paulo por causa de enchentes e deslizamentos de terra. Em Belo Horizonte, já choveu 50% a mais do que o previsto para este mês. E os moradores dessas regiões devem se preparar.
“Para a região Sudeste, estado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, deve ficar realmente acima da média. Aliada ao calor, juntamente com a umidade, deve provocar chuvas bem intensas no final da tarde, por vezes também pode ter vários dias consecutivos com chuva, aquela chuva contínua”, prevê Lincoln Alves, meteorologista do Cptec-INPE.
O fenômeno El Niño - que é o aquecimento das águas do Oceano Pacífico na região linha do Equador - vai influenciar o verão. Os próximos três meses serão de tempo seco em parte do Norte e do Nordeste.
“Esse aquecimento modifica os ventos em vários níveis da atmosfera e essa modificação dos ventos é o que produz essas condições climáticas”, explica o meteorologista.
FONTE: JORNAL NACIONAL
REDE GLOBO
SEGUNDA FEIRA, 21/12/2009



MEU PONTO DE VISTA:


A IMPREVISIBILIDADE DAS PREVISÕES METEOROLÓGICAS...


Está mais do que evidenciado, que as ações antrópicas estão desnorteando o clima em todos os quadrantes da biosfera terrestre... Principalmente, no caso especifico do semi-árido do Nordeste do Brasil, aonde apresenta um quadro de estação chuvosa, permanentemente de irregularidade na distribuição espacial e temporal... Onde, inexoravelmente, dificulta ainda mais, previsibilidades destas previsões meteorológicas...


Todavia, diante desta incerteza, mão custa fazermos uma reflexão... Não seria salutar, que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudar os fenômenos atmosféricos, deveriam estudar também, os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos...


Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra? Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens... Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões?

Como é sabido por todos, que “O Nordeste”... É uma região secularmente, com ocorrências de chuvas... Com irregularidades temporal e espacial de chuvas...Isto (acertos nas previsões meteorológicas dos sertões do Nordeste do Brasil), certamente, só acorrerá um dia... Quando, os "Estudos Meteorológicos"... Descobrirem as verdadeiras "Causas do EL Niño... Caso contrário, ficaremos todos nós sertanejos Nordestinos Brasileiros... Eternamente... Neste chove, não molha... Das especulações das previsões meteorológicas... Para esta região tão sofrida... Por descaso exclusivo... De falta de um "Estudo Cientifico"... Mais profundo... Aonde, se encontrem "As verdadeiras Causas"...Do El Niño...

Que destro deste contexto, seria salutar, que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudarem os fenômenos atmosféricos...
Deveriam estudar também os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos...


Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena... Até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra? Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens... Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões? Só assim sendo ao meu vê... Provavelmente, sairemos desta incerteza... Das previsões meteorológicas... Para o Semi-árido dos sertões do Nordeste Brasileiro...


Segundo, meu ponto de vista, basicamente, entre muitos, existem dois fatores preponderantes na determinação na formação das chuvosas, nas quais são, as "Frentes Frias" e as "Convergências de umidades Intertropicais"... Agora, resta saber, adentrando nos fenômenos geofísicos de "Causas e efeitos", afinal, quais são os fenômenos da natureza, que ocasionam as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais...Sendo a incidência dos raios solares, a mais importante, pois, as estações de calor (primavera, verão e outono), em seus respectivos hemisférios, norte ou sul, que provoca uma grande intensidade de evaporação das águas dos mares, oceanos e dos mananciais naturais e artificiais, entre outros, afora a fotossíntese das matas e florestas...


Tudo isto, somatiza-se a fervura das águas dos mares e oceanos, provocadas pelas atividades vulcânicas subaquáticas dos mares e dos oceanos, corroborados pelo deslocamento das placas tectônicas, que, por sua vez, através de suas fissuras, liberam gases altamente quentes do magma vindo do interior da Terra...Como se vê, todo isto abordado anteriormente, são as pré-condições para a formação, tanto das frentes frias, quanto das umidades intertropicais...Evidentemente o principal elemento do ciclo das chuvas, e conseqüentemente da vida, é o "sol"... E como se sabe, o sol, estar presente em qualquer ponto (região) da Terra, quer seja no verão ou no inverno...Agora, entretanto, as estações chuvosas, têm suas periodicidades por regiões... Obviamente, se chove mais, nas estações de calor, ou seja , no verão... Todavia, chove também, nas estações de frio, ou seja, no inverno...

Porém, deve-se observar, que, qualquer que seja a região e/ou microrregião do planeta terra, existe seu período definido da estação chuvosa... Como por exemplos, no Nordeste do Brasil, principalmente, em sua região semi-árida, sua estação chuvosa vai, basicamente de Janeiro a Junho...Já, nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, o seu período chuvoso vai de Setembro a Março...Entretanto, existem regiões que só chove, em seu período restrito de verão, ou seja, os países de clima temperado a polar, clima típico de países escandinavos, como, Noruega, Suécia, entre outros... Por outro lado, existe também, região de clima tropical, ou seja, a Índia, que seu período chuvoso, é no período das Monções, que vai de Dezembro a Março...



Pelo visto, não é somente, as estações de calor e/ou de frio, que definem as estações de chuvas, em qualquer região do planeta terra...Tem essencialmente, haver com os "Movimentos magmáticos do interior da Terra"...Ou melhor, não só, com a definição das estações chuvosas, e, essencialmente, também, com seus períodos de estiagens dentro dos interstícios dos períodos chuvosos...


Se os movimentos magmáticos do interior da terra, chegam através atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos e/ou gases altamente quentes oriundos das fissuras das placas tectônicas...obviamente, deixará as águas dos mares e oceanos susceptíveis a intensas evaporações, provocando formação de chuvas...Entretanto, se for através de sem-atividades de vulcões que circundam as regiões continentais, obviamente, os gases quentes e secos expelidos por estes referidos vulcões, dissiparão as formações chuvosas, porventura, onde estão estacionados os gases (ventos quentes e secos) destes citados vulcões continentais...Que, temos como exemplos típicos, o semi-árido do nordeste do Brasil, devido à atuação do EL Niño, que neste período carreia gases (ventos quentes e secos) dos vulcões existentes ao longo da cordilheira dos Andes, para esta região do polígono das secas do Brasil... E para ser mais preciso, a Indonésia, por ser país este, quase totalmente circundado por atividades vulcânicas deste tipo...


Simbologicamente falando, os movimentos magmáticos do interior da terra, funciona como um colossal fogão, aquecendo uma enorme chaleira (os mares e oceanos), tendo como invólucro à atmosfera, que conseqüentemente, fervendo a água existente nesta hipotética chaleira, que se tornará em parte em vapor de água, que chegando a parte superior da chaleira, a "tampa" (considerada a troposfera, camada da condensação das chuvas), completando pelo visto, em parte, o ciclo da formação das chuvas...


Agora, entretanto, deve-se salientar, que tanto quanto, as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais, recebem influencias das estações de calor, principalmente no verão... Os movimentos magmáticos do interior da terra, influenciam também, os sistemas atmosféricos, favoráveis a formação de chuvas, ou seja, as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais...


Porventura, alguém perguntar, como os movimentos magmáticos influenciam as frentes frias as convergências de umidades intertropicais? É muito simples...Do jeito que tem frentes frias formadas pelas estações de calor, que degelam as geleiras e calotas polares, que por via de conseqüência, formam as frentes frias, que se deslocam para dos continentes adjacentes...Obviamente, as águas marítimas e oceânicas, aquecidas pelos movimentos magmáticos, quando chegam, as regiões polares (pólo antártico e pólo ártico), através das correntes marítimas, degelam as geleiras e as calotas polares subaquáticas, decorrente disto, levam também, frentes frias, aos continentes adjacentes, através das correntes marítimas (verdadeiros rios caudalosos submarinhos e oceânicos), naturalmente, essas referidas frentes frias, se propaga através dos ventos...


Já concernentes aos movimentos magmáticos, referentes às convergências de umidades intertropicais, é que, as águas marítimas e oceânicas, aquecidas pelos fenômenos do magma do interior da terra, aumentam ainda mais a intensidade das evaporações das estações de calor dos seus respectivos hemisférios (norte e sul), tornando ainda mais susceptíveis a formação de chuvas...Que, naturalmente, em todas regiões da biosfera terrestre, sem exceções, inclusive regiões abundantes de chuvas, como por exemplo, a Região Amazônica, as suas temporadas das estações chuvosas, ou melhor, os seus índices pluviométricos, secularmente, ao longo do tempo, vêm diminuindo...Isto, evidentemente, não só decorrente de uma desertificação natural, que é exponencialmente, acelerada pelo homem, é sobretudo, devido ao lento, porem, gradual e progressivo resfriamento do magma do interior da terra, que ainda, é extremamente quente... O resto não passa de preceitos meteorológicos, já ultrapassados...







DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA.
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa(PB), 18.12.2009


P.S: ( POIS ESCRITO ):


CONSIDERAÇÕES:

REALMENTE, QUANDO O EL NIÑO...ESTAR ATUANDO...COMO AGORA NO ANO CORRENTE/2009...DE FATO É CONFIGURAÇÃO DE ESTIAGEM NO SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE DO BRASIL...
ENTRETANTO, ESTE PREVISÃO ABORDADO ACIMA...NÃO ESTÁ LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A CRESCENTE EXPLORAÇÃO DO GÁS DA BOLIVIA... A PARTIR DE 1999...POIS, AO MEU VÊ, A INTENSA EXPLORAÇÃO DO GÁS DA BOLIVIA...VEIO ATENUAR...OU MELHOR, DIMINUIR OS EFEITOS DO EL NIÑO... POIS, MINIMIZA OS EFEITOS DO “ALTO DA BOLIVIA”...UMA PROVA INCONSTESTE DISTO...FOI QUE DENTRO DESTA DÉCADA EM CURSO....A PARTIR DE 2002...AS CHUVAS FORAM ABUNDANTES NO NOSSO SERTÃO NORDESTINO...EXEMPLOS: 2004, 2006, 2007, 2008 E 2009...



DO ESCRITOR DO LIVRO:

ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
PEDRO SEVERINO DE SOUSA

PESQUISE NO www.google.com.br

"PEDRO SEVERINO DE SOUSA"

sábado, 19 de dezembro de 2009






A análise é fruto da I Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte do Nordeste, realizada pela AESA, em Campina Grande-PB.

O prognóstico para o período de janeiro a março de 2010, no setor norte do Nordeste, indica a tendência de chuvas variando de normal a abaixo da média histórica e temperaturas mais altas de 1 e 2ºC sobre toda a região. A previsão foi repassada, nesta semana, pelos meteorologistas que participaram da I Reunião de Análise e Previsão Climática, realizada pelo Governo do Estado da Paraíba, através da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), em Campina Grande.

Durante o evento, que reuniu mais de 150 técnicos e pesquisadores dos principais centros de monitoramento meteorológico do país, foram discutidos diversos temas como: Gestão de Recursos Hídricos, Seca e Agricultura, que apontaram também para uma variabilidade espacial e temporal dos índices pluviométricos, o que significa que em algumas localidades poderão ocorrer uma quantidade de chuvas maior do que em outras.

RELATÓRIO DA I REUNIÃO DE ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SETOR NORTE DO NORDESTE DO BRASIL – ANO 2010


Campina Grande, 17 de dezembro de 2009.
INTRODUÇÃO

No período de 15 a 17 de dezembro de 2009 realizou-se, nas dependências da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – FIEP, a I Reunião de Análise e Previsão Climática para o setor norte do Nordeste do Brasil – Ano 2010. Foram analisadas as condições regionais da pluviometria e globais dos oceanos e da atmosfera, assim como os resultados de modelos numéricos de previsão climática sazonal, visando elaborar o prognóstico climático para o trimestre que vai de janeiro a março (JFM) de 2010 sobre o setor norte do Nordeste. A reunião contou com a participação de meteorologistas dos Centros Estaduais de Meteorologia e de Universidades do Nordeste, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O evento teve também a participação, via internet, de meteorologistas do CPTEC/INPE em Cachoeira Paulista/SP e INMET, assim como de usuários em diversos pontos do Brasil.

COMPORTAMENTO DA PRECIPITAÇÃO EM NOVEMBRO DE 2009

Climatologicamente o mês de novembro é um período de chuvas escassas na Região Nordeste do Brasil, principalmente no setor norte. Os desvios negativos de precipitação mais acentuados, superiores a 200mm, foram observados no oeste Baiano, enquanto que nas demais áreas da Região, os índices ficaram dentro da normalidade. Durante este mês não houve a atuação de sistemas atmosféricos que gerassem chuvas de maior intensidade. A Figura a seguir mostra os campos da precipitação observada, climatologia e a anomalia de precipitação referente ao mês de novembro de 2009.

ANÁLISE E PREVISÃO DAS CONDIÇÕES OCEÂNICAS E ATMOSFÉRICAS

Os dados observados mostram a continuidade da fase quente do fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS) no Oceano Pacífico Equatorial. O fenômeno encontra-se na sua fase madura, porém com intensidade moderada. A maioria dos modelos mostra que o El Niño pode permanecer até o trimestre maio-junho-julho de 2010.
No Oceano Atlântico Tropical Sul observa-se a Temperatura da Superfície do Mar (TSM) próxima a normalidade, enquanto que no Atlântico Tropical Norte há predomínio de anomalias positivas.

Desta forma, para o período de janeiro a março de 2010, a maioria dos modelos climáticos indica tendência de chuvas variando de normal a abaixo da média histórica sobre o setor norte do Nordeste. Para a região que abrange o norte dos estados do Maranhão e Piauí, bem como os estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba a distribuição de probabilidades é: 25% acima, 40% normal e 35% abaixo da média. No restante da região Nordeste (Pernambuco, Alagoas, Sergipe e norte da Bahia) a previsão probabilística indica tendências de chuvas dentro da normalidade. Com relação à temperatura do ar, a tendência é de anomalias positivas entre 1 e 2ºC sobre toda a Região Nordeste.





CONSIDERAÇÕES COMPLEMENTARES SOBRE O PROGNÓSTICO

É importante ressaltar que o semiárido nordestino tem como característica alta variabilidade espacial e temporal dos índices pluviométricos. Isto significa que algumas localidades poderão receber uma quantidade de precipitação maior do que outras.
Nas condições atuais, poderão ocorrer com maior freqüência períodos curtos sem chuvas (veranicos). Deste modo, recomenda-se o acompanhamento das previsões diárias de tempo, análises e tendências climáticas semanais e mensais.

Observação: Durante a reunião, foi realizada uma vídeo-conferência com os técnicos do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE em Cachoeira Paulista e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) em Brasília.

PARTICIPANTES
- Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba – AESA;
- Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - CPTEC/ INPE;
- Centro de Ciência do Sistema Terrestre – CCST/INPE;
- Defesa Civil do Estado da Paraíba;
- Departamento de Meteorologia da Secretaria de Recursos Hídricos de Alagoas – DEMET/SEMARH;
- Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba – EMATER;
- Empresa de Infraestrutura Aeroportuária – INFRAERO;
- Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte – EMPARN–RN;
- Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba S.A. – EMEPA;
- Faculdade de Ciências e Tecnologias da Bahia – FTC;
- Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, FUNCEME-CE;
- Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba - FAPESQ;
- Instituto Federal da Paraíba - IFPB;
- Instituto Nacional de Meteorologia – INMET – 3° Distrito de Meteorologia– Recife/PE
- Instituto Nacional de Meteorologia – INMET – Sede – Brasília/DF;
- Instituto Nacional do Semi Árido – INSA;


- Laboratório de Meteorologia de Pernambuco - Instituto Tecnológico de Pernambuco - LAMEPE/ITEP - Recife-PE;
- Secretaria de Estado da Infra Estrutura;
- Secretaria de Estado da Interiorização da Ação do Governo;
- Secretaria de Estado do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Ciência e Tecnologia – SEMARH;
- Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE;
- Unidade Acadêmica de Ciências Atmosféricas/Universidade Federal de Campina Grande – UACA/UFCG;
- Universidade Estadual da Paraíba – UEPB;
- Universidade Federal da Paraíba – UFPB;
- Universidade Federal de Campina Grande - UFCG;
- Laboratório de Meteorologia - Universidade Federal do Vale do São Francisco/ UNIVASF.
- Universidade Federal Rural do Semi Árido - UFERSA;


FONTE: AESA( Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba)









ALGUMAS CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DESTAS PREVISÕES METEOROLOGICAS ABORDADAS ACIMA...


SINTETIZADO NO ARTIGO:


A IMPREVISIBILIDADE DAS PREVISÕES METEOROLÓGICAS...

Está mais do que evidenciado, que as ações antrópicas estão desnorteando o clima em todos os quadrantes da biosfera terrestre... Principalmente, no caso especifico do semi-árido do Nordeste do Brasil, aonde apresenta um quadro de estação chuvosa, permanentemente de irregularidade na distribuição espacial e temporal... Onde, inexoravelmente, dificulta ainda mais, previsibilidades destas previsões meteorológicas...


Todavia, diante desta incerteza, mão custa fazermos uma reflexão... Não seria salutar, que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudar os fenômenos atmosféricos, deveriam estudar também, os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos...

Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra? Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens... Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões?



Como é sabido por todos, que “O Nordeste”... É uma região secularmente, com ocorrências de chuvas... Com irregularidades temporal e espacial de chuvas...Isto (acertos nas previsões meteorológicas dos sertões do Nordeste do Brasil), certamente, só acorrerá um dia... Quando, os "Estudos Meteorológicos"... Descobrirem as verdadeiras "Causas do EL Niño... Caso contrário, ficaremos todos nós sertanejos Nordestinos Brasileiros... Eternamente... Neste chove, não molha... Das especulações das previsões meteorológicas... Para esta região tão sofrida... Por descaso exclusivo... De falta de um "Estudo Cientifico"... Mais profundo... Aonde, se encontrem "As verdadeiras Causas"...Do El Niño...

Que destro deste contexto, seria salutar, que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudarem os fenômenos atmosféricos...
Deveriam estudar também os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos...


Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena... Até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra? Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens... Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões? Só assim sendo ao meu vê... Provavelmente, sairemos desta incerteza... Das previsões meteorológicas... Para o Semi-árido dos sertões do Nordeste Brasileiro...

Segundo, meu ponto de vista, basicamente, entre muitos, existem dois fatores preponderantes na determinação na formação das chuvosas, nas quais são, as "Frentes Frias" e as "Convergências de umidades Intertropicais"... Agora, resta saber, adentrando nos fenômenos geofísicos de "Causas e efeitos", afinal, quais são os fenômenos da natureza, que ocasionam as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais...Sendo a incidência dos raios solares, a mais importante, pois, as estações de calor (primavera, verão e outono), em seus respectivos hemisférios, norte ou sul, que provoca uma grande intensidade de evaporação das águas dos mares, oceanos e dos mananciais naturais e artificiais, entre outros, afora a fotossíntese das matas e florestas...

Tudo isto, somatiza-se a fervura das águas dos mares e oceanos, provocadas pelas atividades vulcânicas subaquáticas dos mares e dos oceanos, corroborados pelo deslocamento das placas tectônicas, que, por sua vez, através de suas fissuras, liberam gases altamente quentes do magma vindo do interior da Terra...Como se vê, todo isto abordado anteriormente, são as pré-condições para a formação, tanto das frentes frias, quanto das umidades intertropicais...Evidentemente o principal elemento do ciclo das chuvas, e conseqüentemente da vida, é o "sol"... E como se sabe, o sol, estar presente em qualquer ponto (região) da Terra, quer seja no verão ou no inverno...Agora, entretanto, as estações chuvosas, têm suas periodicidades por regiões... Obviamente, se chove mais, nas estações de calor, ou seja , no verão... Todavia, chove também, nas estações de frio, ou seja, no inverno...

Porém, deve-se observar, que, qualquer que seja a região e/ou microrregião do planeta terra, existe seu período definido da estação chuvosa... Como por exemplos, no Nordeste do Brasil, principalmente, em sua região semi-árida, sua estação chuvosa vai, basicamente de Janeiro a Junho...Já, nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, o seu período chuvoso vai de Setembro a Março...Entretanto, existem regiões que só chove, em seu período restrito de verão, ou seja, os países de clima temperado a polar, clima típico de países escandinavos, como, Noruega, Suécia, entre outros... Por outro lado, existe também, região de clima tropical, ou seja, a Índia, que seu período chuvoso, é no período das Monções, que vai de Dezembro a Março...


Pelo visto, não é somente, as estações de calor e/ou de frio, que definem as estações de chuvas, em qualquer região do planeta terra...Tem essencialmente, haver com os "Movimentos magmáticos do interior da Terra"...Ou melhor, não só, com a definição das estações chuvosas, e, essencialmente, também, com seus períodos de estiagens dentro dos interstícios dos períodos chuvosos...

Se os movimentos magmáticos do interior da terra, chegam através atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos e/ou gases altamente quentes oriundos das fissuras das placas tectônicas...obviamente, deixará as águas dos mares e oceanos susceptíveis a intensas evaporações, provocando formação de chuvas...Entretanto, se for através de sem-atividades de vulcões que circundam as regiões continentais, obviamente, os gases quentes e secos expelidos por estes referidos vulcões, dissiparão as formações chuvosas, porventura, onde estão estacionados os gases (ventos quentes e secos) destes citados vulcões continentais...Que, temos como exemplos típicos, o semi-árido do nordeste do Brasil, devido à atuação do EL Niño, que neste período carreia gases (ventos quentes e secos) dos vulcões existentes ao longo da cordilheira dos Andes, para esta região do polígono das secas do Brasil... E para ser mais preciso, a Indonésia, por ser país este, quase totalmente circundado por atividades vulcânicas deste tipo...


Simbologicamente falando, os movimentos magmáticos do interior da terra, funciona como um colossal fogão, aquecendo uma enorme chaleira (os mares e oceanos), tendo como invólucro à atmosfera, que conseqüentemente, fervendo a água existente nesta hipotética chaleira, que se tornará em parte em vapor de água, que chegando a parte superior da chaleira, a "tampa" (considerada a troposfera, camada da condensação das chuvas), completando pelo visto, em parte, o ciclo da formação das chuvas...


Agora, entretanto, deve-se salientar, que tanto quanto, as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais, recebem influencias das estações de calor, principalmente no verão... Os movimentos magmáticos do interior da terra, influenciam também, os sistemas atmosféricos, favoráveis a formação de chuvas, ou seja, as frentes frias e as convergências de umidades intertropicais...





Porventura, alguém perguntar, como os movimentos magmáticos influenciam as frentes frias as convergências de umidades intertropicais? É muito simples...Do jeito que tem frentes frias formadas pelas estações de calor, que degelam as geleiras e calotas polares, que por via de conseqüência, formam as frentes frias, que se deslocam para dos continentes adjacentes...Obviamente, as águas marítimas e oceânicas, aquecidas pelos movimentos magmáticos, quando chegam, as regiões polares (pólo antártico e pólo ártico), através das correntes marítimas, degelam as geleiras e as calotas polares subaquáticas, decorrente disto, levam também, frentes frias, aos continentes adjacentes, através das correntes marítimas (verdadeiros rios caudalosos submarinhos e oceânicos), naturalmente, essas referidas frentes frias, se propaga através dos ventos...

Já concernentes aos movimentos magmáticos, referentes às convergências de umidades intertropicais, é que, as águas marítimas e oceânicas, aquecidas pelos fenômenos do magma do interior da terra, aumentam ainda mais a intensidade das evaporações das estações de calor dos seus respectivos hemisférios (norte e sul), tornando ainda mais susceptíveis a formação de chuvas...Que, naturalmente, em todas regiões da biosfera terrestre, sem exceções, inclusive regiões abundantes de chuvas, como por exemplo, a Região Amazônica, as suas temporadas das estações chuvosas, ou melhor, os seus índices pluviométricos, secularmente, ao longo do tempo, vêm diminuindo...Isto, evidentemente, não só decorrente de uma desertificação natural, que é exponencialmente, acelerada pelo homem, é sobretudo, devido ao lento, porem, gradual e progressivo resfriamento do magma do interior da terra, que ainda, é extremamente quente... O resto não passa de preceitos meteorológicos, já ultrapassados...



DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA.
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa(PB), 18.12.2009



P.S: ( POIS ESCRITO ):


CONSIDERAÇÕES:

REALMENTE, QUANDO O EL NIÑO...ESTAR ATUANDO...COMO AGORA NO ANO CORRENTE/2009...DE FATO É CONFIGURAÇÃO DE ESTIAGEM NO SEMI-ÁRIDO DO NORDESTE DO BRASIL...




ENTRETANTO, ESTE PREVISÃO ABORDADO ACIMA...NÃO ESTÁ LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A CRESCENTE EXPLORAÇÃO DO GÁS DA BOLIVIA... A PARTIR DE 1999...POIS, AO MEU VÊ, A INTENSA EXPLORAÇÃO DO GÁS DA BOLIVIA...VEIO ATENUAR...OU MELHOR, DIMINUIR OS EFEITOS DO EL NIÑO... POIS, MINIMIZA OS EFEITOS DO “ALTO DA BOLIVIA”...UMA PROVA INCONSTESTE DISTO...FOI QUE DENTRO DESTA DÉCADA EM CURSO....A PARTIR DE 2002...AS CHUVAS FORAM ABUNDANTES NO NOSSO SERTÃO NORDESTINO...EXEMPLOS: 2004, 2006, 2007, 2008 E 2009...



DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA


PEDRO SEVERINO DE SOUSA


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