sábado, 12 de maio de 2012

O PORQUÊ DA MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA... AINDA SER CHUVOSO?

DIA DE CHUVA EM CAJAZEIRAS-PB.


VÍDEO: O CICLO DA ÁGUA.

O PORQUÊ DA MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA...
AINDA SER CHUVOSO?


Partindo de pressupostos (se conjectura... Pois, não existe “Estudo Científico”...Para defender a Tese)...De que o ciclo hidrológico, ou seja, todas as chuvas dos ecossistemas terrestre, decorre oriundo do calor do interior do magma terrestre...Além, de todas as intempéries da natureza terrestre.
Entretanto, ao meu vê, quando vêm ocorrer uma maior intensidade de calor oriundo do interior da terra. Aonde vem aumentar as atividades vulcânicas continentais e submersas nos mares e oceanos...Além, de aumentar também, uma maior intensidades das colisões das placas tectônicas...Que vêm por conseqüências, intensificar, os abalos sísmicos (terremotos, maremotos e tsunamis).
Afora também, de aumentar a evapotranspiração...Decorrente do aumento do calor do lençol freático(água subterrânea)... Decorrente  do calor do interior do magma terrestre... Devido encontrar camadas de combustão favorável ao aumento deste calor, oriundo do magma do interior da terra...Exemplo, jazidas de petróleos espalhadas pelos  mundo inteiro, exemplo, as jazidas do pré-sal brasileiro, vide link sobre http://pedroseverinoonline.blogspot.com.br/2011/01/os-provaveis-impactos-da-exploracao-do.html

(OS PROVÁVEIS IMPACTOS DA EXPLORAÇÃO DO PRÉ-SAL NO MEIO AMBIENTE).


E aquecer mais as águas dos mares e oceanos... E a evapotranspiração nos continentes...Decorrente do aquecimento das águas  dos aqüíferos e todos os lençóis freáticos existentes na hidrosfera terrestre. Favorecendo as evapotranspirações continentais...E conseqüentemente, favorecendo a formação de chuvas.
Uma inconteste prova de que o aumento do calor do lençol freático(água subterrânea) vêm aumentar a evapotranspiração. É a microrregião de Cajazeiras-PB, que compreende os municípios de Cachoeira dos Índios, Cajazeiras, Bom Jesus e Santa Helena,  localizados no Sertão da Paraíba...No extremo oeste divisa com Estado do Ceará...Pois, segundo, série histórica de monitoramento de índices de chuvas da AESA(Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba)...Deste 1995 até 2012. Mostra os  altos índices de chuvas nesta mencionada microrregião de Cajazeiras.
Então diante disto, abordado anteriormente, vamos a série histórica de monitoramento de índices de chuvas da AESA, deste 1995 até 2012. Para se mostrar esta realidade dos altos índices de chuvas nesta microrregião de Cajazeiras.

Eis os anos... E seus respectivos  índices de chuvas:
1995 - Cajazeiras (961,9mm)
1996 - Cajazeiras/Eng. Ávidos (1.382,5mm)
1997 - Cajazeiras (1.151,3mm )
1998 - Cachoeira dos Índios/Balanços (683,2)
1999 - Cajazeiras/Eng. Ávidos (1.169,0mm )
2000- Bom Jesus (1.386,2mm )
2001 - Cachoeira dos Índios/Balanços  (902,9mm )
2002 - Bom Jesus (1.011,0mm )
2003 - Cajazeiras/Lagoa do Arroz (1.005,6mm )
2004 – Bom Jesus (1.308,5mm  )
2005 - Cajazeiras/Lagoa do Arroz (830,2mm)
2006 - Cajazeiras (1.232,8mm)
2007 - Cajazeiras (885,0mm)
2008 - Cajazeiras (1.824,0mm)
2009 - Cajazeiras (1.535,6mm )
2010  - Cajazeiras (792,5mm)
2011   -  Cajazeiras (1.723,0mm)
*2012 -Cajazeiras (525,7mm )* Segundo, a grande mídia nacional, um dos anos mais seco...Dos últimos 40 anos...Aqui no semi-árido do Nordeste do Brasil.

Fonte: AESA- Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. http://site2.aesa.pb.gov.br/aesa/monitoramentoPluviometria.do?metodo=listarAnosChuvasAnuais

Pelo visto, índices estes, relacionados acima... Como
 2004 – Bom Jesus (1.308,5mm).
 2006 -  Cajazeiras (1.232,8mm).
 2008 -  Cajazeiras (1.824,0mm).
 2009 -  Cajazeiras (1.535,6mm).
 2011   -  Cajazeiras (1.723,0mm).

Gira(mais ou menos ) entorno da média pluviométrica do litoral Nordeste do Brasil...Que é de 1.630,7mm

Aqui em ordem alfabética, relacionados(suas respectivas médias pluviométricas no litoral   do Nordeste por Estado):
Aracaju(SE) – 1.590mm
João Pessoa (PB) - 1.745,83mm
Fortaleza(CE ) – 1.600mm
Foz do rio Parnaiba-(PI) – 1.600mm
Maceió(AL) – 1.677,2mm
Natal(RN) –  1.551,7 mm
São Luis (MA) – 1.650mm.

·         Neste balanço hidrológico, sobre os índices pluviômetros do litoral nordestino, exclui  Recife(PE) -  2.458 mm e Salvador(BA) – 2.100mm. aonde farei comentários à parte, logo abaixo:

Comentário à parte:


·         Recife(PE) -  2.458 mm...Recife, conhecida pela Veneza Brasileira...  Por se localizar entre as fozes do rios Capibaribe e Beberibe...formando uma cadeia de mangues e estuários...Susceptíveis, a intensa evapotranspiração...Corroborando com tudo...Por conseqüência, como efeito dominó...Veio formar sua zona da mata...Aumentando ainda mais, a evapotranspiração...formadora de intensas chuvas no litoral Pernambucano.



Salvador(BA) – 2.100mm...Por estar circundado pelo o oceano Atlântico...E principalmente, pela  “Baia de todos os Santos”...Onde esta referida “Baia de todos os Santos...Possuir suas águas, permanentemente, mansas e mornas(temperatura média de  temperatura média de 24,5 graus centígrados)... Com abundante vegetação tropical em seu entorno...Suscetível a intensa evapotranpiração...Formando o recôncavo baiano(o Recôncavo baiano é a região geográfica localizada em torno da Baía de Todos-os-Santos, abrangendo não só o litoral mas também toda a região do interior circundante à Baía.
O Recôncavo baiano é a região geográfica localizada em torno da Baía de Todos-os-Santos, abrangendo não só o litoral mas também toda a região do interior circundante à Baía.


                                  Mapa da Baía de Todos os Santos

O Recôncavo inclui a Região Metropolitana de Salvador, onde está a capital do estado da Bahia, Salvador. As outras cidades mais importantes são: Santo Antônio de Jesus, Candeias, São Francisco do Conde, Madre de Deus, Santo Amaro, Cachoeira, São Félix, Maragojipe e Cruz das Almas.A região é considerada muito rica em petróleo. Com índice pluviométrico alto, de entorno de 1.600mm...considerado alto...Por ser uma microrregião, encravada em pleno semi-árido do Nordeste do Brasil.

Então, diante desta realidade de alto índices de chuvas na microrregião de Cajazeiras, pelo visto, na série histórica de monitoramento de índices de chuvas da AESA, deste 1995 até 2012...

Indubitavelmente,  vem se  levantar o questionamento...

(O PORQUÊ DA MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA...
AINDA SER CHUVOSO?)

Considerando que o “Ciclo hidrológico”, for mesmo, decorrente do calor oriundo do magma interior da terra, como imagino, pois, ainda não existe “Tese Cientifica”... Aonde este referido fenômeno da intempérie da natureza... Que por conseqüência, ocorrem os abalos sísmicos (terremotos, maremotos, tsunamis, atividades vulcânicas, entre outros fenômenos naturais)...Formador do ciclo hidrológico...Está mais do que confirmado....( O PORQUÊ DA MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA...
AINDA SER CHUVOSO).



Tudo isto abordado anteriormente,( O PORQUÊ DA MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA...AINDA SER CHUVOSO)...É  por que, a microrregião de  Cajazeiras - PB, está encravada literalmente em cima do ainda abundantes lençol freático  das nascentes nas  sub-bacias  dos rios : Alto Piranhas e  do Rio do Peixe, sub-bacias estas pertencentes a Bacia Hidrográfica do Rio Piancó(Resolução 399/2004, ANA - Agência Nacional de águas)...Estas respectivas nascentes das  sub-bacias dos rio alto Piranhas e do rio do peixe...Por  possuírem  um relevo, o melhor, os sub-leitos de seus relevos com formação geológicas com caracterização arenosa...Além, do que, o Açude eng. Ávidos, segundo, Segundo o engenheiro, a parede da barragem de Boqueirão foi construída em cima de uma falha tectônica que tem provocado diversas fraturas já detectadas inclusive pelo DNOCS como rachaduras, buracos e lesões que demonstram os problemas gerados pela pressão da água na parede do manancial.

O fato do DNOCS liberar constantemente as comportas evitando que a capacidade da barragem chegue próximo do máximo, comprovam que o órgão tem conhecimento dos perigos que corre o açude e principalmente de algumas cidades, distritos e comunidades da região como Sousa, e São Gonçalo por exemplo, que poderiam desaparecer caso uma catástrofe aconteça, disse o engenheiro.

“Como é que um estado que é carente de água pode se dar ao luxo de desperdiçar cerca de 100 milhões de metros cúbicos, como se vem fazendo nos últimos vinte anos? Indagou o engenheiro, insinuando que a atitude tomada pelo DNOCS nos últimos tempos já são baseadas nessa teoria de que o açude não suportaria uma capacidade próxima do máximo, vindo a arrombar.

Dr. Catonho Braga conclamou a população que cobre providências por parte dos governos e torcer para que o pior não aconteça antes.






Não é a toa que a própria  “Serra”...Que as circundam leva o nome de “Serra da Areia”...Pelo visto, abordado acima, aumenta em muito a  infiltração das chuvas nesta microrregião de Cajazeiras...E conseqüentemente, favorecendo a evapotranspiração, favorável a formação de chuvas...E além do mais, partindo do pressuposto, que a existência de jazidas petrolíferas, serve de combustão para se aumentar o calor oriundo do magma do interior da terra... E esta referida microrregião de Cajazeiras...É literalmente, circundada pela pré-existente(pois, ainda está em estudo) a área petrolífera das Várzeas de Sousa...localizada nas nascentes da sub-bacia do Rio do Peixe...Entre os municípios de Bom Jesus-PB e Santa Helena-PB.

Diante de todo isto, abordados acima. Podes afirmar que:

A MICRORREGIÃO DE CAJAZEIRAS NA PARAÍBA...
AINDA É CHUVOSO....



P.S( PÓS ESCRITO): E se existem outras localidades no Semi-árido do Nordeste Brasil, similares a  microrregião de Cajazeiras. Não será mera coincidência. E sim, similaridades... Em Causas e efeitos.  



DO ESCRITOR:
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
CONTATO: (83)96657984
JOÃO PESSOA( PB), 12.05.2012





sexta-feira, 20 de abril de 2012

ENERGIA ELÉTRICA... EM 2012... OUTRO APAGÃO?


ENERGIA ELÉTRICA...

EM 2012...

OUTRO APAGÃO?

Segundo, alguns meteorologistas, afirmarem, que o alinhamento de Vênus, Júpiter e Lua... “Não influi em nada no nosso planeta”... Pois, ao meu vê, fere frontalmente, os “Princípios básicos da Astrofísica”. Aonde afirma que... “A força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”. Aonde também, até as fases da lua influenciam as “Marés”. Que também, segundo, a “Teoria do caos”,como por exemplo, “uma borboleta bate asas na China e causa um furacão na América”. Então, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua não influenciam o clima na terra?

Portanto, partindo desta premissa da força mutua gravitacional da matéria, rege todas as leis cosmológicas do Universo. É fácil explicar, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua... Influencia o clima na terra... Logicamente, com a ocorrência do alinhamento (alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua), além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012. Considerando os princípios astrofísicos... Só vem aumentar a pressão atmosférica da terra. Se a pressão atmosférica aumenta. Por conseqüência, a Troposfera(camada de condensação das chuvas) se aquece. Dissipando a formação das chuvas.

Então, pelo visto, não precisa, se aprofundar muito na astrofísica do universo. Para entender que com a ocorrência do alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua(26/03/2012 ). Além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012, Influenciam em muito, o clima da terra.

Então, este ano de 2012 em curso, pelo visto, ou melhor, pela a estiagem que vem ocorrendo, principalmente no “Nordeste Meridional”, digo, no Estado da Bahia. Será mais um ano seco? Entre inúmeros anos secos ocorridos aqui no semi-árido do nordeste do Brasil...Até porque este ano de 2012. Ocorreu o alinhamento dos Planetas Venus(estrela Dalva) e Júpiter com a Lua. Mesmo fenômeno que ocorreu em 1983. E neste referido ano de 1983, foi seco. Segundo “Série Histórica” dos Institutos de Meteorologia.

Entretanto, diante desses “Fenômenos Astrofísicos do Sistema Solar, abordados acima. Vem corroborar, com este quadro dantesco de estiagem não só no semi-árido, com também, no interior(oeste) das Regiões Sul e Sudeste. Pois, segundo a Grande Mídia Nacional...Vem noticiando, onde a ONS( Operador Nacional do Sistema Elétrico)...Informa que os grande mananciais das usinas hidrelétricas destas mencionadas regiões Sul e Sudeste...Além do Sistema CHESF... Vêem operando com dificuldades, devido, aos seus baixos níveis de acumulo de água...Em conseqüência disto... Ocorrerá neste ano de 2012...Um outro racionamento de energia elétrica...como ocorreu no ano de 2001 ?


DO ESCRITOR

PEDRO SEVERINO DE SOUSA

JOÃO PESSOA(PB), 20.04.2012.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA

( World Meteorological Organization)

http://www.wmo.int/pages/index_en.html

Powering our future with weather, climate and water

Fwd: WEB SITE WMO Contact Form

PEDRO SEVERINO FAUSTINO Sousa

para mim, pedroseverino, UGT, ugt-pe, ugt, Marcos, Rádio, Itaporanga.net.

---------- Mensagem encaminhada ----------

De:

Data: 7 de abril de 2012 14:37

Assunto: WEB SITE WMO Contact Form

Para: pedrossjp@gmail.com

Thank you PEDRO SEVERINO SOUSA.

Your message was successfully sent. We will reply shortly.

Your message:

CONTATO DA FUNCEME

(Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos)

COM PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Ouvidoria Geral ouvidoria.geral@cge.ce.gov.br

para mim, pedroseverino..

Prezado Cidadão Pedro Severino de Sousa, em contato realizado junto à Ouvidoria da Fundação Cearense de Metereologia e Recursos Hídricos – FUNCEME fomos informados que o Sol passa por ciclos de variação de atividade de cerca de 11 anos tendo alguma relação com o clima de nosso planeta. Um exemplo de aparente conexão entre a baixa atividade do Sol (poucas manchas e poucas tempestades solares) e clima foi o chamado Mínimo de Maunder, de temperaturas do ar baixas, no final do século XVII e início do século XVIII. O Sol, no momento, está chegando a um máximo de atividade solar, que se dará em 2013. Pode ser que os próximos máximos, das próximas décadas, sejam menores, em intensidade, do que os máximos registrados nas últimas décadas, ou seja, estaríamos entrando num período de Sol mais calmo, tendo como conseqüência certa redução (provavelmente pequena) na temperatura média global do ar, nas próximas décadas. Se isso se verificar, poderemos ter!

também alguma pequena variação na pluviosidade média sobre o planeta. Alguns estudos já mostraram um aumento de precipitação em algumas regiões de nosso planeta em anos que seguiram máximos de atividade solar. Porém, outros estudos indicaram que a cobertura de nuvens sobre a Terra não é diretamente modulada pelo ciclo de atividade solar. Entre outubro de 2003 e janeiro de 2004, a atividade solar estava no, meio do ramo descendente de um máximo que ocorreu entre 2000 e 2001. Se não é fácil relacionar a atividade solar com o clima, menos fácil ainda é relacioná-la com eventos meteorológico tais como as chuvas no nordeste no caso de janeiro de 2004. Mais complicado ainda é encontrar correlação entre tempestades solares e ejeções de massa coronal com eventos de chuva como o de janeiro de 2004, pois essas tempestades e ejeções têm efeito comprovado apenas na geração de auroras sobre regiões em altas latitudes, podendo, se muito intensas, vir a afetar satélites de comunicação e de GPS em órbita da terra e sistemas e redes elétricas na superfície. Mas esses efeitos se verificam após alguns minutos e horas (no máximo, poucos dias) após a sua ocorrência. Relações que elas pudessem ter sobre períodos de meses depois, em termos de meteorologia, não são conhecidas. Portanto, é pouco provável a relação direta da atividade solar de outubro de 2003 com as chuvas observadas no norte do Nordeste em janeiro de 2004. Estudos meteorológicos já indicaram outras explicações mais claras para essas chuvas. Neste ano de 2012 as condições de temperatura da superfície do oceano Atlântico não estão favoráveis para chuvas abundantes no Nordeste.

Não está ocorrendo um alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua. No último dia 26/03 houve apenas uma conjunção (aparente) da Lua com Vênus. E Júpiter está mais baixo no horizonte oeste (após o pôr do Sol) também em conjunção (aparente), no céu, relativamente próxima, com Vênus. Porém, esse fenômeno não influi em nada no nosso planeta. Então, pelas condições oceânicas e atmosféricas atualmente observadas deveremos ter um período chuvoso não muito favorável no norte do Nordeste. No Ceará, está-se esperando algumas regiões próximas da normalidade e outras mais secas.

Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME

Agradecemos a sua participação.

Resposta de Pedro Severino para o Dr. Raul Fritz B.

Teixeira Pesquisador da FUNCEME

Sr. Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME, dizer que o alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua... “Não influi em nada no nosso planeta”... Pois, ao meu vê, fere frontalmente, os “Princípios básicos da Astrofísica”...Aonde afirma que... “A força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... Aonde também, até as fases da lua...influenciam as “Marés”... Que também, segundo, a “Teoria do caos”,como por exemplo, “uma borboleta bate asas na China e causa um furacão na América”...Então, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua...Não influencia o clima na terra?...

Portanto, partindo desta premissa... “Da força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... É fácil explicar, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua... Influencia o clima na terra... logicamente, com a ocorrência do alinhamento(alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua), além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Considerando os princípios astrofísicos...Só vem aumentar a pressão atmosférica da terra...Se a pressão atmosférica aumenta...Por conseqüência, a Troposfera(camada de condensação das chuvas) se aquece...Dissipando a formação das chuvas...

Então, pelo visto, não precisa, se aprofundar muito na astrofísica do universo... Para entender... Que com a ocorrência do alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua(26/03/2012 )...Além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Influenciam em muito, o clima da terra.

Então, diante disto...

Será que este ano de 2012...

O Semi-árido do Nordeste do Brasil...

Será Seco?


Pós Escrito:

Para se inteirar mais sobre este assunto (alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua)

Acesse e leia no Blog cosmologia online:

http://www.cosmologiaonline.blogspot.com.br/


segunda-feira, 26 de março de 2012

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

2012: Nasa, Explosões e Tempestades Solares

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

É público e notório, que o clima dos sertões do Nordeste do Brasil, é semi-árido... Agora saber o por quê? Eis a questão?

Ao meu vê, este fenômeno de secas periódicas no Nordeste, provavelmente, se justifique devido à heterogeneidade de seu revelo, de “Serras e Vales”... As sucessivas cadeias de serras, como a chapada do Araripe, que se estende de Pernambuco ao Ceará, o Planalto da Borborema, que vai desde divisa da Paraíba, com o Rio Grande do Norte, até o extremo oeste de Pernambuco divisa com o Ceará, que se junta em cadeia com a serra do Araripe, e mais (+) a Chapada Diamantina na Bahia, fechando hermeticamente o polígono, formando o polígono das secas...

Pelo visto, essas sucessivas cadeias de serra, planalto e chapada (Araripe, Borborema e Diamantina), vem obstruir (barrar) em parte, a passagem das umidades trazidas pelas frentes frias e/ou massas de ar úmidas oriundas do oceano Atlântico, principalmente de Janeiro a Março, para essas regiões sertanejas e norte de Minas Gerais. E até mesmo, algumas frentes frias e as massas de ar úmidas, que quando chegam ao norte de Minas Gerais e ao semi-árido nordestino, não encontram umidade suficiente para formação de chuvas, configurando deste modo, os anos de "estiagens", ou melhor, de secas... E que, as poucas chuvas, que ocorrem nestas referidas regiões, em ano de "estiagem", são, justamente, em suas regiões serranas de planaltos e chapadas (que são os brejos do norte de Minas Gerais e os brejos nordestinos) e na sua faixa litorânea, desde Piauí até a Bahia, exceto o norte de Minas Gerais, por não possui litoral. Talvez, por isso, explique as irregularidades espaciais das chuvas no semi-árido brasileiro...

Agora, entretanto, ao meu vê, também, outro coadjuvante climatológico, que afeta a formação de chuvas nos sertões do nordeste brasileiro, conhecido cientificamente, pelo “semi-árido”...São, irreversivelmente, as “Tempestades Solares”...Alem de aquecer a “Atmosfera Terrestre, “Aumenta” a “Pressão Atmosférica”, nesta Região do Nordeste do Brasil ...Que conseqüentemente, vem aquecer a “Troposfera”(camada da condensação das chuvas)...Dissipando a formação de chuvas...Neste caso, dos sertões do Nordeste do Brasil...

DO ESCRITOR:

PEDRO SEVERINO DE SOUSA.

JOÃO PESSOA(PB), 25.03.2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

VÍDEO CORRELACIONADO:

JORNAL DA GLOBO( 26.01.2012 )

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

Já é publico e notório, que com as “Tempestades Solares”, mais conhecidas por (Manchas Solares), afetam o Clima da Terra...Que segundo a muitos estudos meteorológicos, as manchas solares, dependendo de sua intensidade, provoca El Niño ou La Niña. Agora saber se as Tempestades Solares (Manchas Solares) provocam El Niño ou La Niña, Eis a Questão?

Muitos “Estudos Meteorológicos”...Correlacionam as tempestades solares, com El Niño e/ou La Niña, como por exemplo, AQUECIMENTO GLOBAL, EL NIÑOS, MANCHAS SOLARES, VULCÕES E OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO(http://www6.cptec.inpe.br/revclima/revista/pdf/Artigo_Aquecimento_0805.pdf), Estudo de Luiz Carlos Baldicero Molion- Departamento de Meteorologia, UFAL – AL.

E o mais curioso de tudo isto, abordado acima...Que assistindo o Jornal da Globo. Edição do dia 26/01/2012. Tempestade solar provoca aurora boreal no Hemisfério Norte(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1786236-7823-TEMPESTADE+SOLAR+PROVOCA+AURORA+BOREAL+NO+HEMISFERIO+NORTE,00.html)...

Logo após, a esta referida reportagem abordada anteriormente, passei a refletir... E pesquisar sobre tempestade solar...Logo constatei que em Outubro de 2003...ocorrer uma tempestade solar de igual magnitude(SUPER TEMPESTADE SOLAR, http://astrosurf.com/ceu/ciencia23102003.html)...E fazendo uma correlação das tempestades solares com as chuvas no Nordeste...Foi constatado que em Janeiro de 2004, 3(três) meses, após a tempestade de outubro de 2003...Ocorreu um verdadeiro “Dilúvio no Nordeste do Brasil...

Entretanto, mais recentemente, (08 e Março de 2012, Quinta feira), uma nova “Tempestade solar”, (Maior tempestade solar em cinco anos atinge a Terra, http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/maior-tempestade-solar-em-cinco-anos-atinge- terra.html)... Então, se o transcurso deste período da correlação das Tempestade solar com as chuvas no Nordeste do Brasil, for mesmo de três(3) meses...As abundancias de chuvas aqui no nordeste do Brasil...Será apartir de Junho/2012

Então, diante destas premissas e/ou pressupostos... Será que a partir de Abril/2012 e/ou Junho/2012...O semi-árido do Nordeste do Brasil...Ocorrerá chuvas abundantes como Janeiro de 2004? Eis a Questão!!!

Então, por que as “Tempestades Solar”, afeta as chuvas no Nordeste do Brasil?


PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Escritor

João Pessoa(PB), 09 de Março de 2012

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ricardo assina protocolo para instalação de usina termo solar para Coremas



Com investimentos previstos de R$ 350 milhões em 24 meses, a Usina Solar de Coremas será um marco por ser a primeira licenciada no Brasil com capacidade de geração de 50 MW de energia elétrica. No termo assinado, a empresa Rio Alto Energia se compromete a iniciar a instalação da unidade industrial em 12 meses, tendo um total de 24 meses para colocar a usina em operação. A energia a ser produzida será vendida ao Governo Federal, por meio de leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ricardo Coutinho destacou a importância do empreendimento para a geração de fontes de energias limpas na Paraíba e disse que o Governo se empenhou desde o início pela instalação da usina, com incentivos fiscais e apoio institucional. “Esse é um empreendimento fundamental para o aproveitamento de algo que está disponível em abundância como o sol para criar um negócio com base sustentável”, avaliou o governador, que, na última quinta-feira (10), juntamente com os governadores do Nordeste e o de Minas Gerais, assinou uma moção ao Governo Federal cobrando abertura para o financiamento de projetos de energia limpa (como eólica e solar), que hoje são feitas apenas pelo BNDES.

Renda e inclusão social – Um dos diretores da Rio Alto Energia, Edmond Charker Júnior, disse que o empreendimento vai criar 1,5 mil empregos diretos. Na segunda etapa, o grupo pretende instalar uma pequena fábrica para transformar a casca do coco produzido em Sousa em fonte energética ou em matéria prima, o que vai proporcionar renda e inclusão social. Edmond explicou que outro projeto da empresa é a instalação de estufas abaixo das placas solares de captação, para a geração de alimentos orgânicos por meio de aeroponia, possibilitando o plantio de hortifruti na região. “Esse projeto é muito utilizado nos Estados Unidos, na Espanha e em Israel para a produção de alimentos saudáveis”, destacou.

Outro dos três diretores da empresa, Rafael Brandão, citou como fatores decisivos para a instalação da usina em Coremas a grande incidência solar na região, a existência de um grande açude, com água em abundância, e o estudo de níveis de irradiação. Rafael também destacou a receptividade e o apoio do Governo do Estado e da prefeitura de Coremas. “A vontade do grupo é conseguir o financiamento do BNDES para se instalar em Coremas o mais rápido possível, ampliar o empreeendimento e ficar no Estado por um longo período”, destacou.

Energia limpa – O secretário de Planejamento do Estado, Gustavo Nogueira, disse que o empreendimento é importante por estimular o uso de energia limpa e criar 1,5 mil empregos diretos, o que auxiliará a inclusão social da população de Coremas. “O próximo leilão do Governo Federal será decisivo, mas os investidores já adquiriram a área e já elaboram os projetos financeiros e ambientais para implantação da usina de energia solar”, afirmou.

De acordo com a presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), Margarete Bezerra, a empresa incentiva o projeto desde o início, por meio de estudos e incentivos fiscais, além da doação de parte de uma área de 200 hectares. “Queremos diversificar a matriz energética na Paraíba por meio de projetos de energia eólica e solar, que garantam energia limpa no futuro. Isso tem tudo a ver com o projeto de desenvolvimento do Estado”, disse.

O msecretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico Renato Feliciano acrescentou que o governador Ricardo Coutinho e o Estado estão dando todo o apoio institucional para incluir a energia solar nos leilões da Aneel, e também para que o Governo Federal inclua projetos de produção de energias limpas em suas linhas de financiamentos.

Desafio – O prefeito de Coremas, Edmilson Pereira, comemorou a assinatura do protocolo de intenções e acredita que a usina irá contribuir para o desenvolvimento econômico e turístico da região, além de estimular outros setores, como o comércio e os serviços. Ele também destacou o impacto do empreendimento na arrecadação dos tributos. “O desafio da prefeitura e do Governo do Estado é promover a capacitação da mão-de-obra e da infraestrutura do locais, para que os empregos fiquem no município e também”, avaliou.

A Rio Alto Energia, que atua na geração de energia elétrica por meio de fontes renováveis, conta com sete projetos de PCHs em Minas Gerais e Goiás, somando 124 MW. A usina termo solar de Coremas vai gerar 50 MW de energia solar, com complemento de biomassa.

Fonte:Portal do Governo da Paraiba

http://www.paraiba.pb.gov.br/31165/ricardo-assina-protocolo-para-instalacao-de-usina-termo-solar-em-coremas.html

sábado, 24 de setembro de 2011

ENERGIA TERMO-SOLAR EXTRAÍDA DO SOL NA CAATINGA EM COREMAS...

Um grupo de investidores quer construir na Paraíba, na área mais luminosa do Brasil, a primeira grande usina solar do país e da América do Sul

MARCOS CORONATO, COM KEILA CÂNDIDO. INFOGRAFIA ONLINE: DAVID MICHELSOHN

http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2011/09/energia-extraida-do-sol-da-caatinga.html


A tórrida cidade de Coremas, no sertão da Paraíba, poderá se tornar em 2012 um nome tão familiar aos brasileiros quanto Itaipu ou Angra – bem, talvez não tão famoso, mas certamente mais admirado pelos ambientalistas. O município de 15 mil habitantes, localizado num ponto especialmente quente do sertão nordestino, foi escolhido por investidores como local de construção da primeira grande usina solar do país. “Grande”, entenda-se, para os padrões ainda modestos do universo da energia solar: o projeto prevê capacidade inicial de 50 megawatts, suficiente para abastecer 90 mil residências.


O complexo nuclear de Angra tem capacidade quase 70 vezes maior. Mesmo assim, a obra em Coremas será um marco, por colocar (ainda timidamente) a energia solar no mapa da geração em grande escala no Brasil. A princípio, a usina poderá participar, até abril, dos leilões periódicos de energia que garantem o suprimento do país para o resto da década. As obras deverão começar no próximo ano e terminar até 2015.

Até hoje, o uso da luz solar para produzir eletricidade recebe mais elogios que investimentos. Trata-se de uma fonte inesgotável e limpa, que não emite resíduos, não exige desmatamento, alagamentos ou desvio de curso de rios, nem assusta com a possibilidade de vazamento de radiação. Com tantos predicados, ela nem aparece nos gráficos que mostram a contribuição de cada fonte de energia nos totais de geração global ou brasileira. A situação tende a mudar um pouco até 2020, quando a luz do sol deverá responder por 51 terawatts de capacidade geradora no mundo inteiro – um décimo da capacidade das usinas eólicas (que produzem energia a partir do vento) e 0,2% do total global, segundo previsões do Ministério de Minas e Energia. A energia solar passaria então a ser um risquinho visível nos gráficos. “A viabilidade econômica ainda é um problema, mas seria bom o Brasil contar mais com essa fonte. A tecnologia a ser usada funciona”, diz o físico José Goldemberg, ex-secretário nacional de Ciência e Tecnologia e especialista em energia.

A tecnologia prevista para Coremas é bem diferente dos tradicionais painéis fotovoltaicos, as chapas que transformam a luz solar em corrente elétrica e podem ser vistas em telhados, postes, pequenos dispositivos eletrônicos e também na Usina de Tauá, no Ceará – atualmente, a maior solar do Brasil, obra do empresário Eike Batista, com capacidade de 1 megawatt. Coremas se baseia em outro processo, de concentração de energia, também chamado heliotérmico: espelhos côncavos concentram os raios solares em um tubo, por onde passa um fluido especial, de tecnologia israelense. O fluido, aquecido a centenas de graus, corre pela tubulação até uma caldeira, transforma a água em vapor e o vapor move as turbinas. Há pelo menos dez usinas similares em construção ao redor do mundo. A maior obra já em andamento, três vezes maior que a brasileira, fica em Lebrija, na Espanha. O maior projeto em estudo, oito vezes maior que o de Coremas, prevê uma usina no Deserto da Califórnia, nos Estados Unidos.


Leia no www.google.com.br,
"PEDRO SEVERINO DE SOUSA"