“ANTES DE CRISTO NO SÉC. VI, TALES DE MILETO, JÁ DIZIA:
TUDO VEM DA ÁGUA, TUDO POSSUI ÁGUA...
A INEXISTÊNCIA DA ÁGUA TRAZ A INEXISTÊNCIA DA VIDA...
ELA É A PRIMEIRA SUBSTÂNCIA QUE ORIGINA A VIDA”...
A Agência Nacional das Águas
(ANA) e o Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnocs) realizaram a
adequação da vazão do rio Piranhas, no trecho da divisa com o Rio Grande do
Norte. A medida vai garantir a segurança hídrica da Paraíba e, a partir dessa
quinta-feira (4), o Estado vizinho passou a receber 1m³ por segundo, em vez de
3,7m³, como repassado anteriormente.
Técnicos da Agência Executiva de Gestão das
Águas (Aesa) constataram que a vazão estava acima do estabelecido pela norma da
ANA. Por isso, o Governo do Estado solicitou o monitoramento.
De acordo com o presidente da
Aesa, João Vicente Machado Sobrinho, o Dnocs e a própria ANA, responsáveis pela
gestão do rio, que é de domínio da União, não estavam cumprindo a Resolução
687, de dezembro de 2004, que limita a vazão.
Na quarta-feira (3), um encontro realizado em
Natal (RN) reuniu representantes das entidades envolvidas para resolver o
problema. “Houve um descontrole e, quando percebemos isto, rapidamente
solicitamos uma reunião. Fomos prontamente atendidos e saímos do encontro com a
certeza de que o monitoramento vai ser reforçado”, revelou o presidente.
Para garantir um acompanhamento de forma
ininterrupta, a ANA estuda a possibilidade de implantar uma Plataforma de
Controle à Distância (PCD), possibilitando que a medição e a regulagem da vazão
sejam feitas de forma remota. “Um equipamento como esse é indispensável para
evitar o descontrole”, observou João Vicente.
Piancó/Piranhas– O rio Piancó nasce no município de
Conceição, na Paraíba, atravessa diversos municípios no Estado, formando o
conhecido Vale do Piancó. Suas águas são represadas pelo reservatório Coremas
(que tem hoje 318.250.000 m³ ou 44,2% de sua capacidade) e depois encontram-se
com o rio Piranhas. Este último atravessa diversos municípios paraibanos até
chegar ao Estado do Rio Grande do Norte. Ao atravessar mais de um estado, o rio
passa a ser de domínio da União segundo a Lei Nº 9433 de 1997.
Então, ouça o vídeo sobre o lançamento sobre O
LIVRO RIO PIANCÓ.
Aonde encontrará algo
sobre a História do Rio Piancó...Entre outros...Como por exemplo, ver toda
ocupação dos sertões da Paraíba, Rio
Grande do Norte e Ceará. E como também, algo sobre aplicação dos nossos Recursos Hídricos no ‘Desenvolvimento Sustentável’... Para o Estado da Paraíba.
MASS HÍDRICA: SUA VARIABILIDADE EM VOLUME AO LONGO DOS TEMPOS...
Alguns estudiosos defendem a “tese” de que toda massa hídrica da hidrosfera terrestre é inalterada, ou seja, seu volume não diminui, só muda de lugar, através do ciclo hidrológico (chuvas), formando rios, lagos, lagoas, os lençóis freáticos (águas subterrâneas), represas, açudes, etc. No entanto, acho esse pensamento equivocado. Senão vejamos: no princípio da formação da hidrosfera terrestre, a sua atmosfera, na troposfera, que atinge cerca de 12 a 18 km de altitude acima da superfície terrestre, tem espessura menor na linha do Equador que nos pólos. É a mais importante, porque todos os fenômenos meteorológicos que interferem na terra - chuvas, umidades, ventos, nuvens - ocorrem nessa camada.
No princípio da formação da hidrosfera, essa camada (troposfera) funcionava permanentemente por milhares e milhares de anos a fio, saturada, ou seja, em pleno estado de precipitação...Formando desse modo, a hidrosfera terrestre. Isto é, os mares, oceanos, rios, lagos, lagoas e os lençóis freáticos. Neste caso, a umidade da atmosfera era de absoluta saturação, pois toda nossa Massa Hídrica se encontrava na Atmosfera. EM “VOLTA DO PLANETA TERRA”...
Decorrente das leis cosmológicas e geofísicas, neste princípio. Obviamente, só depois de ter se completado o ciclo da formação da hidrosfera, é que se iniciou o ciclo hidrológico (o ciclo das chuvas, propriamente dito). Já a partir daí (Era Pré-cambriana), a hidrosfera já começou a perder gradativamente seu volume, de uma forma pequena, mas progressiva e crescente, na constituição de todos os ecossistemas da biosfera. Isto vem, se perdurando até hoje, depois de terem transcorridos bilhões de anos, e se prolongará por muito mais, certamente até no final dos tempos e de uma forma cada vez mais acentuada. Pois é crescente a taxa de evaporação em todos os ecossistemas e principalmente em processo de desertificação, como nos sertões do nordeste do Brasil, região esta, que sua evaporação média anual é de 3 000 mm/m² de espelho d’água e que, aliás, na maioria das vezes não forma nenhum milímetro de chuva.
Para se compreender melhor esta questão, será preciso que se adentre aos pormenores da umidade do ar. A água, sob a forma de vapor ou de gotículas, está sempre presente na atmosfera. Uma das formas de constatar isso é observar o orvalho que muitas vezes cobre a vegetação de manhã, principalmente nos dias frios.
O ar tem capacidade para conter um limite de vapor de água. Quando este limite é atingido, o ar fica saturado, isto é “cheio”. O ar quente consegue conter mais vapor de água do que o ar frio. Se a temperatura do ar saturado diminuir, o excesso de vapor que esse ar contém se condensa, isto é, passa para o estado líquido. A condensação do vapor de água da origem às diferentes formas de precipitação: orvalho, neve, granizo, geada e chuva.
Devemos saber também mais sobre umidade relativa do ar, que é a relação da quantidade de vapor de água (calculada em gramas por metro cúbico de ar) com o volume e a temperatura da atmosfera de um determinado lugar. Por exemplo: em uma cidade cuja temperatura é de 20ºC, o ar fica saturado ao atingir 17 gramas de vapor água por metro cúbico (17g/m³). Neste caso, a umidade relativa do ar atingiu 100%. Quando o ar atinge o seu ponto de saturação, ocorrem as precipitações, principalmente as chuvas.
Em qualquer lugar da superfície terrestre, existe umidade no ar. Não existe ar totalmente seco, a não ser em laboratório. Quando a umidade do ar esta muito baixa, como em áreas desérticas ou em lugares como Brasília, capital do Brasil, em determinados meses do ano, dificilmente chove, mesmo existindo intensa evaporação.Portanto, é percebível que os climas de regiões desérticas, semidesérticas e as que se encontram em processo de desertificação (que são muitas), absorvem muita água dos seus ecossistemas, através da evaporação (que é intensa), que, na maioria das vezes, não retornam mais ao contexto geral da massa hídrica depositada na superfície terrestre. E sim, só atenuando um pouco a climatologia seca de seus respectivos ecossistemas, aumenta um pouco a umidade relativa do ar (que em geral é baixa), que dificilmente forma chuva, a não ser em estação chuvosa.
E o pior desta crescente evaporação em muitos ecossistemas, é que só faz diminuir (e muito) a água doce disponível na face da terra. E que, aliás, dos 100% desta massa hídrica, só 3% desta água é doce e, mesmo assim, 2% se encontram congeladas nas geleiras polares, geleiras continentais e geleiras de montanhas, e que somente 1% desta água doce se encontra distribuída na face da Terra, através dos rios, lagos, lagoas, lençóis freáticos, represas, açudes, etc., por sinal, mal distribuída, pois, só o Brasil detém: 11,6%.
E mais: existem muitos fatores que contribuíram e contribuem ainda com a variabilidade da hidrosfera ao longo das “eras”. Se fossem abordá-los e estudá-los profundamente, dariam inúmeras teses de doutorado. Mas vamos ao trivial. Partimos da Premissa de Lavoisier que diz: “Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Então, a própria natureza terrestre, nos primórdios de sua formação, usou, de forma laboriosa e gradual, a sua massa hídrica, já então depositada definitivamente na superfície terrestre para constituir a sua biosfera e se perpetuar dentro do tempo que é de direito, perante as leis cosmológicas e geofísicas. Naturalmente, esta autotransformação fez com que a massa hídrica terrestre perdesse e ainda perde (e como perde!) massa para formação e manutenção da biomassa terrestre. Ou seja, transformou e ainda transforma, em parte, massa hídrica em biomassa, que é a totalidade de toda massa biológica (especialmente vegetal) de todos os ecossistemas, incluindo, também, toda biodiversidade de seres vivos (animais), inclusive o homem.
Deve ressaltar-se que esta variabilidade da hidrosfera (pequeníssima diminuição, resguardada as devidas proporções), que, aliás, ao meu ver, é uma gota d’água retirada dos oceanos, nunca afetou e nunca jamais afetará a climatologia do meio ambiente global de permanente umidade do ar. Pelo contrário, foi justamente essa parcela da hidrosfera que formou e mantém o clima terrestre e que, por sinal, no princípio, era saturada e que, hoje, é um clima de umidade relativa e de crescente diminuição desta relatividade.
Isto decorreu e decorre dos fenômenos metamorfógicos da própria natureza, como a diminuição gradativa do vulcanismo, principalmente as atividades vulcânicas submersas nos oceanos, e o montanhismo decorrentes dos deslocamentos das placas tectônicas, que formou na Era Cenozóica (Era Geológica atual), as grandes cadeias de montanhas, que impede a passagem das chuvas, donde, já foi definido então, alguns desertos, como o deserto do Gobi, na Mongólia e Nordeste da China, entre outros. Ao longo das eras e finalmente agora, na idade contemporânea, é o causado e acelerado pelo homem, como por exemplo: desmatamentos de matas, florestas e a crescente urbanização... etc. É bom lembrar, que estas referidas questões mencionadas acima, são abordadas e comentadas com melhor clareza em outros capítulos.
Finalmente, deve-se ressaltar também, que a massa hídrica é uma fonte inesgotável e inabalável* e quase eterna, pois perdurará repousando na superfície terrestre de forma congelada (é claro), até mesmo depois da morte do nosso sistema solar. Não terá eternidade (a massa hídrica terrestre) porque será dissipada (desintegrada) ao longo dessa eternidade, pelas intempéries cosmológicas. Ou, então, fará parte de um novo universo (cosmo), caso ocorra um novo Big Bang.
Em suma, assim sendo, como ÁGUA: É A ESSÊNCIA DA VIDA...Partindo desta ‘Premissa’...A Água é o princípio da vida...Que seja, vegetal, animal e ou humana.
Assim sendo, acredito também, que o ‘Ovo’...
Veio primeiro do que a ‘Galinha’ ...Pois, todo ser vivo...
Possui um principio ‘Embrionário’ ou seja, ‘Ovariano’
Como uma simples “Semente”...Pode gerar uma “Floresta”.
Pedro Severino de Sousa é Escritor do livro: A Essência da Vida, Bacharel em Administração de Empresas – UFPB, Campus II, Campina Grande (1980 a 1984). Cursou Pós-graduação Lato Sensu em Especialização em Gestão em Recursos Hídricos pela Triparceria UFSC-UFAL-FUNIBER (2005 a 2006).
Contato: Celular: (83)96657984
E-mail: pedroseverino.sousa@gmail.com
PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL...
DE JOÃO PESSOA.
(CIDADE SUSTENTÁVEL)
CONVENÇÃO:
Conceitos e exemplos nos anexos.
SUMÁRIO:
1.PROPOSTA DA RACIONALIZAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL, USO DOMÉSTICO E JARDINAGEM. (através de captação, uso e reuso).
2.PROPOSTA DE RACIONALIZAÇÃO NO CONSUMO E GERAÇÃO DE ENERGIA.
3.PROPOSTA DE TODO RESÍDUO SÓLIDO, GERADO EM OBRAS, IR PARA RECICLAGEM.
4.PROPOSTA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL DE DISCIPLINA OBRIGATÓRIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. (REDE PÚBLICA E PRIVADA).
5.PROPOSTA DE ENGENHARIA ARQUITETÔNICA URBANISTICA VERDE
6.PROPOSTA DE GERAÇÃO DE GÁS NATURAL... ATRAVÉS DE ATERRO SANITÁRIO.
7.PROPOSTA PARA PROTEÇÃO DA FALÉSIA DO CABO BRANCO.
8.INCENTIVAR AS EMPRESAS DE COLETIVOS DE JOÃO PESSOA...A USAREM ÔNIBUS FLEX(DIESEL/GÁS NATURAL VEÍCULAR).
9.FAZER INTERCÂMBIO SOBRE PESQUISAS EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA...ENTRE A GESTÃO MUNICIPAL E AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS.
10.CRIAR CONSELHOS MUNICIPAIS EM ÁREAS AFINS...ENTRE O PODER PÚBLICO E A INICIATIVA PRIVADA...VOLTADO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
FOCCO E SOMA BRASIL LANÇAM PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS NA PARAÍBA
No dia 29 de agosto, às 10h, o Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco/PB) e o Instituto Soma Brasil lançarão oficialmente na Paraíba o Programa Cidades Sustentáveis. O lançamento será no auditório da Receita Federal, na avenida Epitácio Pessoa, 1705, na capital, com a presença de candidatos, representantes do setor público e da sociedade civil organizada.
O Programa Cidades Sustentáveis é fruto da mobilização de uma grande rede de organizações da sociedade civil que está utilizando as eleições municipais de 2012 para colocar a sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos. O objetivo é sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável.
Através do programa, candidatos podem ter acesso a uma agenda completa de sustentabilidade urbana, um conjunto de indicadores associados a esta agenda, enriquecida por casos exemplares nacionais e internacionais como referências a serem alcançadas pelos gestores públicos municipais.
Durante o lançamento, o presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Oded Grajew, apresentará detalhes do programa e candidatas e candidatos serão convidados a assinar a Carta Compromisso do programa.
Realizado nacionalmente pelo Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo e Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, O Programa Cidades Sustentáveis já é uma realidade em diversas cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, São Luis, Recife, Belo Horizonte, entre outras.
Show da cantora Renata Arruda encerra as atividades do 'Limpa João Pessoa'
Tiago Germano
Show da cantora Renata Arruda encerra as tividades do 'Limpa João Pessoa'
As pilhas de lixo produzidas durante a turnê do U2 (justo eles), no ano passado, só foram recolhidas 13 dias depois do último show em São Paulo. É contra comportamentos como este que Renata Arruda, Nando Cordel, o grupo Baticumlata e a dupla Yuri e Will se reúnem amanhã, a partir das 18h, no Ponto de Cem Réis, em João Pessoa.
"Estou querendo botar as pessoas para dançar, com músicas conhecidas, só de sucesso, mas o mais importante do show será firmar a consciência de que cada um tem que cuidar do seu lixo e de sua cidade. Esta é a mensagem, este é o foco", resume a cantora Renata Arruda, uma das escaladas para a apresentação que encerra as atividades do Limpa João Pessoa, iniciativa do movimento 'Limpa Brasil Let's Do It'.
Segundo Arruda, ela e Cordel estão preparando uma surpresa para o público: "vamos cantá-la junto com uma parceria nossa, 'Rota', que gravei no meu último CD".
Deixa é o título do registro, de 2008. Arruda ficou conhecida em todo o Brasil por 'Ouro pra mim', canção de Peninha que estourou em 2001: "Peninha é o cara. Canto duas músicas dele no show. Ele é um craque. Tem o poder das coisas simples.
Gosto disso. Quanto mais as pessoas entendem o que eu canto, mais eu fico satisfeita. Não gosto do erudito, gosto do popular. Da música que fala ao coração".
O COMPLEXO COREMAS/MÃE D’ÁGUA, O MANANCIAL POR EXCELÊNCIA, DISTRIBUIDOR DA TRANSPOSIÇÃO...
O “Complexo Coremas-Mãe D´Água”, com capacidade máxima de 1.358.000(hum bilhão trezentos e cinqüenta e oito milhões) de metros cúbicos de água...
Que, segundo, “Estudos Científicos”, é o manancial de maior eficiência hidráulica... Por possui 21,5m³/m² de eficiência hidraulica, uma das maiores do semi-árido nordestino...Pelo visto, com excelente "Poder Sinergetico"...E melhor distribuição de suas água para o Nordeste Setentrional, ou seja, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte...Por se encontrar localizado dentro de coordenadas geográficas, com latitude 7°3'36"S ; longitude 37°57'52"W e altitude de 245 metros de altura, que lhe dar estas condições naturais, privilegiadíssimas de ser açude distribuidor, por excelência, dos sertões nordestino brasileiro... Pois, o açude de Coremas, fica literalmente no “Meio” ou seja, “Equidistante”, entre os dois Eixos Norte e Leste...
Diante disto, já ensejava no Governo Militar de João Batista Figueiredo(1979-1985)...Através do então, Ministro do Interior Mario Andreazza...Dentro do Projeto da “Transposição”...Seria o “Açude de Coremas”, a grande “Caixa D’água”...Deste referido projeto de Transposição...
Entretanto, no Governo Itamar Franco( 1992- 1994)...Por interesse do então Ministro da integração Nacional, o Norte-Rio-Grandense, Aluizio Alves, modificou a concepção original do “Projeto da Transposição” ...Que resultou no atual “Projeto de Integração do São Frnacisco(PISF)...
Que apesar de “Inúmeras Resistências” dos “Contras”...E alguns “Embargos Judiciais”,,,Estar Plena execução...
Todavia, não custa mostrar aqui, a concepção original da “Transposição”...Idealizada pelo então, Ministro Mario Andreazza( 1979-1985) Que contemplava o Açude Coremas/Mãe D’Água...Como sendo, o Carro Chefe, desta Transposição:
O ARCARBOUÇO DA ESQUEMATIZAÇÃO DA PROPOSTA ALTERNATIVA DO PROJETO DE INTEGRAÇÃO DO SÃO FRANCISCO(PISF).
ESQUEMATIZADO POR : Marcello Benigno B. de Barros Filho Prof. do Curso Superior de Tecnologia em Geoprocessamento - IFPB Mestre em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação - UFPE
CONVENÇÃO: TRAÇADO AMARELO: EIXO LEISTE TRAÇADO AZUL: POR ADUÇÃO... TRAÇADO VERDE: POR GRAVIDADE
Que o Projeto de integração do São Francisco(PIFS), através do Complexo Coremas/Mãe D’Água, distribuiria as Águas do “Velho Chico”...Para as Bacias e Sub-bacias Hidrográficas dos Estados da Paraíba, Ceará e o Rio Grande do Norte...Com uma maior eficiência hidrográfica... Pois, se não vejamos:
O SISTEMA CUREMA-MÃE D’ÁGUA
FONTE: DNOCS(DEPARTAMENTO NACIONAL DE OBRAS CONTRA AS SECAS
Segundo, o DNOCS(Departamento Nacional de Obras Contra as Secas)... O Sistema Curema-Mãe D`Água, formado pela junção das águas dos Açudes Curema e Mãe D`Água, está localizado no Município de Coremas, Estado da Paraíba, a cerca de 400km de João Pessoa.
A bacia de capitação do sistema mede cerca 8.000 km2 e é formada pelos rios Piancó e Aguiar.
O conjunto Curema-Mãe D`Água justifica simplesmente como obra regularizadora do rio Açu, indispensável ao estabelecimento das obras de irrigação no baixo vale.
A regularização do rio Piancó, obtida mediante uma certa descarga, mais ou menos constante no Curema, fez surgir o aproveitamento total ou parcial do potencial hídrico assim desenvolvido. Um determinado volume foi desviado para as várzeas de Souza, completando dessa forma as possibilidades de irrigação do sistema do Alto Piranhas.
Foi então necessário encarar a elevação d`água pois as cotas dos leitos dos rios boqueirões do Curema e do Mãe D`Água são mais baixas do que a cota respectivas no boqueirão do São Gonçalo, açude distribuidor, por excelência, do sistema de irrigação do Alto Piranhas, do qual também faz parte, como reservatório alimentador, o Açude Piranhas, construído para 255 milhões de m3. A elevação é feita por meio de um sistema turbogerador-eletro-bomba, instalando-se o turbogerador no Açude Curema e a eletrobomba no Mãe D'Água.
A água é elevada aproximadamente da cota 207,00 para a 249,00 e lançada no "São Gonçalo" à cota 235,50, após um percurso estimado em cerca de 45 km, dos quais 30 km em canal aberto e o restante em túnel. E dessa forma, os 20.000 hectares da várzea de Souza, além da água fornecida pelos Açudes São Gonçalo e Piranhas, têm o concurso do conjunto Curema-Mãe D'Água. Ao todo são quatro reservatórios com a capacidade global de 1.660 milhões de metros cúbicos...
O conjunto Coremas/MãeD’Água/Piranhas, além de atender os 20.000 hectares da várzea de Souza, atenderia com maior eficiência hidrográfica, o Eixo Norte do Projeto de Integração São Francisco(PISF)...Do que o existente Projetado(o Eixo Norte, a partir da captação no Rio São Francisco próximo à cidade de Cabrobó – PE, percorrerá cerca de 400 km, conduzindo água aos rios Salgado e Jaguaribe, no Ceará; Apodi, no Rio Grande do Norte; e Piranhas-Açu, na Paraíba e Rio Grande do Norte)...
Atenderia também, os Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, através do Açude Lagoa do Arroz(A barragem do Açude Lagoa do Arroz, com capacidade máxima de entorno de 80.000.000m³(oitenta milhões) de metros cúbicos... situa-se no município de Cajazeiras, Estado da Paraíba, no vale do riacho Cacaré, afluente pela margem direita do rio do Peixe, na bacia do alto Piranhas. Dista em linha reta cerca de 420 km de João Pessoa e 360 km de Fortaleza.
O acesso ao local, por via rodoviária, pode ser feito a partir de João Pessoa, através da BR-230 e BR-116, a partir de Fortaleza. O objetivo principal do reservatório, além da piscicultura e cultura de vazante, é a perenização do riacho Cacaré para irrigação a jusante, onde existem cerca de 1.800 ha de solos aluviais irrigáveis, que serão posteriormente objeto de projeto específico de irrigação. A partir do consumo anual de 13.160m³ /ha, verificado para a cultura do arroz em São Gonçalo, definiu-se em 800 ha a área irrigável a partir do lago formado)...
Por onde desaguaria as águas do São Francisco para os Estados do Rio Grande do Norte e Ceará...Através da Chapada do Apodi... Depois vencer o “Divisor D’água”, entre uma das nascentes do Rio do Peixe, localizado no município Paraibano de Poço Dantas...Até chegar as nascentes do vale do Apodi...No município Norte-Riograndense de Pau dos Ferros...Que irá desaguar por gravidade no açude de Santa Cruz do Apodi-RN(Lago artificial, que tem capacidade para armazenar 599 milhões de metros cúbicos de água.)...Que deságua no litoral Norte-riograndense, localizado no município de Mossoró...Depois de drenar todo vale do Apodi...
Que, estrategicamente, segundo, meu ponto de vista, seria o açude de Santa Cruz do Apodi...Por adução, alimentaria o Rio Jaguaribe, desaguando na Barragem do Castanhão, que tem capacidade máxima de acumulação de 6,5(seis bilhões e meio de metros cúbicos... A construção dessa barragem é uma obra que não pode ser vista de forma isolada. Ela faz parte de um projeto desenvolvimentista amplo que busca suprir as épocas de secas da região. Um projeto que está inserido no contexto de desenvolvimento do Nordeste, que incluí a transposição do Rio São Francisco e a interligações das águas do interior do Ceará com a região metropolitana de Fortaleza. Está inserida também com o desenvolvimento de terras improdutivas e regiões com características turísticas. Ou seja, é uma das faces de um projeto maior do Governo Federal e Estadual...
Esta alternativa supracitada acima, viabilizaria a entrada do Projeto de integração do São Francisco no Ceará...Não pelo Rio Salgado...E sim, pela chapada do Apodi...Pois, minimizaria custos Sócio-ambientais...E sobre tudo, não precisaria revestir o leito do Rio salgado...Pois, como se sabe, até pelo nome de Rio Salgado, a composição mineralógica de seus solos, tem predominância de cloreto de sódio...Que obviamente, salinizaria as águas doce...Oriundas do São Francisco...Se por acaso, fosse feito o revestimento do leito do Rio Salgado...Degradaria seu leito...Nesta seção revestida...Impedindo seu ciclo hidrológico...
Da chapada do Apodi...Se possível, e é possível...Depois de vencer pequenos “Divisores de água”...De Micro-bacias entre a chapado Apodi e o Vale do Açu, interligando as águas vindas do Rio São Francisco...Até o Vale do Açu...Desaguando na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves...Que foi construída pelo DNOCS, forma o Açude Açu, o segundo maior reservatório de água construído pelo DNOCS, com capacidade de 2,4 bilhões de metros cúbicos. Está localizada no Rio Piancó (também chamado Rio Açu), 6 km a montante da cidade de Açu, no Rio Grande do Norte...Interligando, pelo visto, desta forma, as grandes bacias hidrográficas do Semi-Árido Setentrional...Que sãos as Bacias Hidrográficas do Jaguaribe, Piancó/Açu e do Apodi...
Já concernente ao Eixo Leste, O COMPLEXO COREMAS/MÃE D’ÁGUA...Se interligaria as nascentes da Sub-bacia do Taperoá, através da “Adutora Coremas/Sabugi”... Versão Cacimbas de Areia...Que através de adução desaguará no açude de Jeremias, no município de Desterro - PB...que por gravidade cairá na Bacia hidrográfica do Taperoá...Que poderá também, interligar a uma das nascentes do Pajéu...No município de Brejinho - PE...Que por gravidade...Voltará ao São Francisco...Através do Exutório do Pajéu....
ESQUEMATIZAÇÃO DA ADUTORA COREMAS/SABUGI FONTE: GEO PORTAL AESA http://www.aesa.pb.gov.br/geoprocessamento/geoportal/index.php
Finalmente, as nascentes do Seridó Norte-Riograndense e Paraibano, do Curimataú e Mamaguape...Seriam “Drenadas”...Pelo redimensionamento da Adutora do Cariri... Ou seja, capilarizando as das bacias hidrográficas mencionadas anteriormente, através da adutora do Cariri, a partir de construção de uma “Estação Elevatória”...Construída no Município de Olivedos – PB...
Desaguando nos municípios de Cubati, Barra de Santa Rosa-PB e Montadas-PB... Respectivamente, locais de uma das nascentes do Seridó Norte-Riograndense e Paraibano, do Curimataú e Mamaguape...
ESQUEMATIZAÇÃO DA ADUTORA CARIRI FONTE: GEO PORTAL AESA http://www.aesa.pb.gov.br/geoprocessamento/geoportal/index.php
Que é aduzida do Açude Epitácio Pessoa...Principal barragem que recebe as Águas do Eixo Leste do projeto de Integração São Francisco(PISF)...Por gravidade a partir do açude Poções no Município de Monteiro-PB... De onde deságua para a barragem de Acauã, ...Que vai desemborcar no meio do mar...na Foz do Rio Paraíba...No município de Cabedelo-PB...
Deve-se ressaltar também, que a partir da Barragem de Acauã...Possuirá um adução ate a Barragem de Araçagi...Que desaguar no Mamanguape...Perenizando todo baixo Mamanguape...
E que em suma, teria uma maior difusão do “Projeto de Integração do São Francisco”(PISF)...Ou seja, distribuiria as águas do “Velho Chico”, com uma melhor “Eqüidade”, Sócio-Econômico-Ambiental... Para os Estados da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
Senador ainda se une e luta de Hugo Motta pela inclusão da adutora Pajeú que atenderá Maturéia e Texeira
Presidente da Comissão Externa para acompanhar os Programas de Transposição e Revitalização doRioSão Francisco (CTERIOSFR), o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), teve confirmado pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, para junho a assinatura da ordem de serviço autorizando o início das obras da Transposição das Águas do Rio São Francisco no trecho que passa pela cidade de Monteiro, Cariri do Estado.
Segundo Vital, o ministro garantiu aos membros da comissão que realizaram audiência publica ontem (19) em Monteiro de que na cidade será construído o último trecho do Eixo Leste da Transposição, que vai trazer as águas do rio São Francisco para a bacia do rio Paraíba. De acordo com o projeto, esta etapa da obra vai beneficiar 72 municípios paraibanos das regiões do Cariri, Agreste, Brejo eLitoral. Entre as cidades beneficiadas, segundo o governo federal, estão João Pessoa, Campina Grande, Itabaiana, Cabaceiras, Bayeux e Santa Rita.
Ao todo, 127 cidades do Estado devem ser beneficiadas pela transposição. Além do eixo leste, via Monteiro, a Paraíba também vai receber os canais do Eixo Norte da Transposição, que vai beneficiar mais 55 cidades do Sertão paraibano. De acordo com o Ministério da Integração, asobrasestão em andamento no município de São José de Piranhas, com trabalhos noturnos.
Outro anúncio de Bezerra foi que o Ministério da Integração está estudando a viabilidade técnica e financeira de abrir um eixo da obra no rio Piancó, no Sertão da Paraíba, para atender os municípios da região.
Livro Rio Piancó - O Pequeno Grande Rio (Lançamento em Coremas)
Livro Rio Piancó - O Pequeno Grande Rio (Lançamento em Coremas)
Livro Rio Piancó - O Pequeno Grande Rio (Lançamento em Coremas
O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB) anunciou ainda que conseguiu com o apoio do senador junto ao Ministério da Integração Nacional a inclusão do município de Maturéia entre os beneficiados com a adutora. “Foi uma grande conquista, pois conseguiremos atingir um número maior de beneficiados. A seca é uma característica climática, mas os efeitos dela, através da garantia de abastecimento pela adutora, estarão sanados”,comemorou.
Apesar da conquista, Hugo Motta afirmou que ainda vai lutar para garantir a inclusão da cidade de Mãe D’água. “Não podemos nos acomodar. Se houver viabilidade técnica e disponibilidade de recursos, vamos brigar para que Mãe D’água seja incluída. Os paraibanos, o povo nordestino como um todo, não podem continuar esquecidos e recebendo benefícios aos poucos”, pontuou.
O Sistema Adutor do Pajeú vai contemplar mais de 500 mil pessoas, habitantes das cidades de 20 municípios de Pernambuco (Floresta, Betânia, Carnaubeira da Penha, Serra Talhada, Calumbi, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores, Carnaíba, Quixaba, Afogados da Ingazeira, Iguaraci, Ingazeira, Solidão, Tabira, Tuparetama, Santa Terezinha, São José do Egito, Itapetim e Brejinho). Além destes, ainda três distritos (Canaã, em Triunfo; Tupanaci, em Mirandiba; e Riacho do Meio, em São José do Egito) – e o povoado de Nazaré do Pico, em Floresta. Todos eles inseridos na bacia do rio Pajeú. A Paraíba tem também outros oito municípios beneficiados pela Adutora do Pajeú (Princesa Isabel, Imaculada, Desterro, Livramento, São José dos Cordeiros, Taperoá, Teixeira, Cacimbas e, agora, Maturéia).
Para Vital trata-se da maior obra hídrica do país que quando estiver pronta vai mudar a face rural da região e trazendo esperança para os nordestinos que sofrem com os efeitos da seca. “Foi Nos garantido que até a próxima semana também será concluída a licitação para a construção do túnel da serra de Jabitacá, chamado de Meta III, pelo qual a água da transposição entrará em Monteiro, no eixo Leste. Esta fase a obra seguirá o sentido inverso, de Monteiro para o estado de Pernambuco.”
PT01 COREMAS...TERRA DAS ÁGUAS.
PT02 COREMAS...TERRA DAS ÁGUAS.
PT03 COREMAS...TERRA DAS ÁGUAS.
A comitiva presidida por Vital do Rêgo visitou os municípios de Floresta e Sertânia, em Pernambuco, e Monteiro, na Paraíba. A agenda inclui visita a etapas já concluídas do empreendimento, a exemplo de canais, aquedutos e da estação de bombeamento, além de outras em construção. O grupo que visita às obras da Transposição do São Francisco também é formado pelos senadores Vital do Rêgo, Cícero Lucena (PSDB/PB), Inácio Arruda (PCdoB/CE), Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), Benedito de Lira (PP/AL) e Ciro Nogueira (PP/PI), a senadora Lidice da Mata, os deputados Hugo Mota (PMDB-PB) e Carlos Brandão, o Ministro Fernando Bezerra, além das equipes técnicas do MI e de órgãos de controle. Esta é a segunda visita dos parlamentares ao empreendimento, tendo sido a primeira realizada no Eixo Norte em março deste ano.
Apesar daquele ditado popular que diz: “Toda água,
corre para o mar”. Analogicamente falando, também, as águas subterrâneas,
decorrentes das infiltrações das chuvas, ao longo do principio do ciclo
hidrológico, até hoje... Indubitavelmente, que formou todos os lençóis
freáticos com exutórios limítrofes a cunha marinha, conhecidos pelos “Aqüíferos
Costeiros”, excetos(que são muitos de grande e pequeno porte), os aqüíferos com
localização interior continentais, que não se comunica com nenhum exutório
subterrâneo de uma bacia hidrográfica, ou seja, são fendas geológicas e/ou
depressões geológicas, formando lagos, lagoas e poços subterrâneos... No caso
especifico dos poços subterrâneos, são ocorrências de regiões, de formações
geológicas cristalinas.
Agora, entretanto, os aqüíferos costeiros, que a
principio até então, no geral, a mais ou menos, há 100 anos atrás... Que se
encontrava, em pleno gozo de suas reservas hídricas... Todavia, hoje, em pleno
inicio do Séc. XXI, pois estamos ainda no sexto(06) ano deste mencionado
século... Decorrente do aumento exagerado da população mundial, que passou de
1(um) bilhão para 6.5(seis e meio) bilhões de habitantes nestes mencionados
últimos 100 anos. Isto fez com que aumentasse substancialmente o uso múltiplo
da água, através dos consumos: humano, animal, irrigação, carcinicultura,
industrial entre outros usos.
Além, dessa progressão geométrica do crescimento
populacional mundial, tivemos e estamos tendo uma diminuição gradual na
disponibilidade de modo geral dos recursos hídricos superficiais e as reservas
hídricas subterrâneas(substanciados pelo uso irracional)... Afora a gradual
diminuição crescente dos índices de chuvas, em muitos ecossistemas da biosfera
terrestre, aonde, pelo visto, vêm diminuído as disponibilidades hídricas para o
uso humano no desenvolvimento sustentável de toda humanidade.
Este propalado exorbitante crescimento populacional da Humanidade(até pela
questão de sobrevivência), nestas 5(cinco) últimas décadas, inexoravelmente,
levou a Humanidade de modo geral, a migrarem do campo(zona rural) para as
grandes cidades, de todos os paises desenvolvidos e/ou subdesenvolvidos,
principalmente, para suas faixas litorâneas. Aonde, teoricamente falando,
oferecem melhores condições de vida. Obviamente, este superpovoamento dos
litorais continentais, levou ao aumento substancial da demanda socioeconômica
dos usos dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos... Agravados ao meu
vê, pelo mau uso desses mencionados recursos naturais.
Concernentes
ao uso inadequado das águas subterrâneas, ou melhor, dos aqüíferos costeiros da
temática em questão, gosto de citar, o caso especifico da cidade Recife,
capital de Pernambuco, mesmo sendo, Recife cortado por 2(dois) Rios Capibaribe
e Beberibe, aonde deviam os poderes público Estadual e Municipal do Recife, ao
invés de traçarem políticas públicas, para captações de águas subterrâneas, que
diga de passagem, que ainda tem um grande enorme bolsão de águas subterrâneas,
deveriam usar numa maior escala, as águas superficiais desses mencionados rios
Capibaribe e Beberibe, que banham literalmente a cidade do Recife. Não fazem
isto, devido alegarem que as águas que chegam através desses citados rios, são
altamente poluídas. Entretanto, ao meu vê, são alegações infundadas, pois existe
a Engenharia Sanitária, para tratá-las. Então, diante disto, o que se vê no
Recife, são enormes perfurações de “Poços Artesianos”, para usos diversos,
principalmente para usos domésticos, principalmente, em condôminos, e até mesmo
em usos industriais. Levando ao Recife, a ser a cidade brasileira, que possui o
maior número de poços artesianos. Constituindo assim, o relevo da crosta
superficial recifense, a ser uma verdadeira tabua de pirulito(me desculpe a
expressão).
Pelo visto, este uso exacerbado do lençol freático
na cidade do Recife, vem indubitavelmente, diminuindo o nível de água de seu
aqüífero costeiro, decorrente disto, permitem o avanço da cunha marinha, que
veio, inexoravelmente, salinizar as águas deste mencionado aqüífero costeiro
Recifense. E mais agravante de tudo isto, é sobre que, imultaneamente, com a
diminuição gradual de nível de água do seu lençol freático, fez com que,
gerasse um “vazio geológico”, permitindo um maior esforço cortante deste
mencionado relevo da crosta superficial recifense... E o avanço da cunha
marinha, que permitiu a salinização de suas águas, ocasionando o desgaste por
abrasão e o enferrujamento das fundações prediais... Aonde, veio encadear uma
serie de problemas “Estruturais” nas fundações prediais, de todo conjunto
arquitetônico da cidade do Recife... Uma prova incontestável disso, é que se
vê, permanentemente, nos noticiários jornalísticos, noticias de desmoronamentos
prediais na Grande Recife.
AQÜÍFEROS COSTEIROS II
VÍDEO: Aquífero
Guaraní - anomação
Diante desse quadro dantesco abordado agora, no caso especifico do Recife,
aonde vêm ocorrendo o uso abusivo. E sem uma regulação dentro do preceito ético
educacional ambiental, sobre o mau uso do seu lençol freático... Urge, a
Necessidade irrevogável, de se reformular a A lei nº 9.433, de 8 de Janeiro de
1997, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos , criando o
Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamentando o inciso
XIX do art.21 da Constituição Federal, que altera o art. 1º. da lei nº 8.001,
de 13 de março de 1990, que modificou a lei nº 7.990, de 28 de dezembro de
1988... Seria uma lei quase perfeita no Gerenciamento dos Recursos Hídricos no
Brasil, se não tivesse quase por completo de omitirem Títulos, Capítulos e Incisos
nas gestões dos Recursos Hídricos Subterrâneos e Costeiros... Só não houve a
omissão plena na gestão do dos recursos hídrico subterrâneos, devido terem
disciplinado nos Art.12 (estão sujeitos a outorga pelo poder publico os
direitos dos seguintes usos de recursos hídricos), no incisoII (a extração de
água de aqüífero subterrâneo para consumo final ou insumo de processo
produtivo) e no Título II, Das Infrações e Penalidades, no Art.49 (constitui
infração das normas de recursos dos hídricos superficiais e subterrâneos), no
incisoV (perfurar poços para extração de água subterrânea ou operá-los sem a
devida autorização).
É oportuno
relatar também, que até mesmo, aos recursos hídricos costeiros, de onde
possuímos um colossal Litoral de quase oito mil quilômetros de extensão, e os
mangues (regiões nas desembocaduras dos rios), talvez por se tratarem de águas
salgadas e superficiais, não tiveram nenhum Titulo, capitulo e/ou artigo e
inciso que tratasse deste assunto. Como por exemplo, que as águas semi-salgadas
dos mangues, não servissem para projetos de carciniculturas.
Além da
necessidade, em um futuro não muito longe, de se construírem usinas
dessalinizadoras, de água do mar, para abastecimento humano, e até mesmo para
irrigação de lavouras... Pois, já existem inúmeros exemplos disto no oriente
médio e no país de Israel... Que aqui no Brasil, por incrível que pareça, na
região sudeste, principalmente na Grande São Paulo e no Estado do Rio de
Janeiro, devido aos periódicos e repetitivos (anos após anos) por apresentarem
baixos níveis dos mananciais do sistema Cantareira e do Rio Paraíba do sul,
mananciais estes que abastecem São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, que
num futuro bem próximo, é só questão de tempo, estes citados mananciais
(Sistema Cantareira e do Rio Paraíba do sul), entrarão em colapso... Até porque
é crescente a demanda de água nos grandes centros populacionais desta
mencionada região sudeste, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro... Ou
se usa, a dessalinização de água do mar, ou se usa, em larga escala, a água do
Aqüífero Guarani, corroborando (no mínimo), no uso racional na suplementação
otimizada da demanda destes referidos mananciais.
O que se quis mostrar com isto, que a lei n* 9.433,
de 8 de Janeiro de 1997, só se preocupou em sua essência, com os recursos
hídricos superficiais, esquecendo em parte os recursos hídricos subterrâneos e
costeiros. Não viram que temos um riquíssimo lençol freático, onde o aqüífero
Guarani, que segundo, alguns especialistas estimam que este mencionado aqüífero
tem um volume de mais de 50 (cinqüenta) seistrilhões de metros cúbicos de água,
que corresponde a muitas baias da Guanabara.. Que este citado volume, daria
para abastecer uma cidade no porte de São Paulo, por mil anos, que tem uma população
aproximada de dez milhões de habitantes. Só para si ter uma idéia da grandeza
deste mencionado aqüífero, é fonte natural de toda Bacia Platina: Rio Paraná,
Rio Guaíba, Rio da Prata.
Temos também, nos limítrofes do Sul do Piauí, com o
Norte de Tocantins e o Oeste da Bahia, um grande aqüífero, que alimenta três
grandes Rios Brasileiros, que são: Rio são Francisco, Rio Tocantins e
finalmente Rio Parnaíba, encravado no sertão do Piauí, e esse Rio só é perene,
devido a este referido aqüífero... Pois, como se sabe o clima do Piauí é
semi-árido, sujeito às secas periódicas.
Além de
termos uma zona costeira de quase oito mil quilômetros de extensão, que vai do
Oiapoque ao Arroio chui... E que pelo visto, o que não se dar para conceber, é
que se crie uma lei para gerir os recursos hídricos brasileiros, e não se
coloca pelo menos um artigo ou inciso que tratasse dos recursos hídricos
costeiros... Provavelmente, talvez por não pensassem, que as águas litorâneas
(do nosso Oceano atlântico), fossem possível de gerar energia elétrica, através
da “força de suas ondas”.
A gestão dos recursos hídricos, não é só gerir a “demanda”, é, sobretudo, de
aumentar a “oferta”, obviamente, se sabe, que gerenciando a demanda,
intrinsecamente, aumenta a oferta... Mas, entretanto, se precisa institui uma
Política de se aumentar propriamente dito, a oferta dos recursos hídricos
brasileiro. Agora vão perguntar, como? Sabe-se, que a política de açudagem e/ou
de barragem, estar obsoleta e ultrapassada, por ser impactante ao meio ambiente,
ou melhor, a fauna e flora, aonde se constroem obras hídricas, gerando até
mesmo, conflitos agrários... Pode-se, perfeitamente, se usar a política de
cisternas de placas, barragens subterrâneas e uma Política de sinergia das
águas superficiais para os aqüíferos existentes, até porque, irá minimizar na
evaporação deste liquido tão precioso (a água)... Evitando desta forma, que as
águas das chuvas, fiquem expostas em espelhos de água ao sol, sendo
susceptíveis a intensas evaporações... Só para se ter uma idéia, a evaporação
em média do semi-árido brasileiro, varia entre 2.000mm a 3.000mm ao ano.
Enfim, não é à toa que a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil),
através da Campanha da Fraternidade de 2004, Água: Fonte de Vida fez
propositora ao Governo Federal, de reformular a lei 9.433 de 8 de Janeiro de
1997, que institui a política dos recursos hídricos... Dando destaque também,
aos recursos hídricos subterrâneos e costeiros.