sexta-feira, 16 de maio de 2008

FÍSICA DO SOL








VÍDEOS SOBRE...




A grande farsa do Aquecimento Global 1
http://www.youtube.com/watch?v=BmK02_WTVSo&feature=related



A grande farsa do Aquecimento Global 2
http://www.youtube.com/watch?v=L18k0Y5MMok&feature=related



A grande farsa do Aquecimento Global 3
http://www.youtube.com/watch?v=r68nSt2fMPY&feature=related


A grande farsa do Aquecimento Global 7
http://www.youtube.com/watch?v=atYTQ3soxZo&feature=related



A grande farsa do Aquecimento Global 8
http://www.youtube.com/watch?v=KI6_1ndsTFg&feature=related



A grande farsa do Aquecimento Global 9
http://www.youtube.com/watch?v=OBd8_cgLYek&feature=related














“FÍSICA DO SOL” E A METEOROLOGIA NO NORDESTE
( SEGUNDO UM ESTUDIOSO)









O estudioso Caio lóssio, professor aposentado da Universidade Federal do Ceará, que há mais de quarenta anos estuda o clima no semi-árido, diz em matéria publicada no Jornal Correio da Paraíba do dia 14.03.2004(domingo) que a cada onze anos, o astro rei



(o sol), sofre explosões e uma perde violenta de energia, gerando manchas nele, “essas manchas”... No ensejo transcrevo na integra matéria sobre manchas solares:



“Mancha solar aparece e marca o início do ciclo solar 24 “



O ciclo solar é também chamado de ciclo de Schwabe e tem duração aproximada de 11 anos. Neste período o Sol passa por momentos alternados de alta e baixa atividade eletromagnética, conhecidos por mínimos e máximos solares. Desde que as observações começaram a ser feitas, já foram contados 23 ciclos solares até 2007.



Oficialmente, um novo ciclo começa sempre com o surgimento de uma mancha solar de polaridade oposta às do ciclo precedente. O surgimento dessa mancha ocorre nas latitudes elevadas, geralmente entre 25 e 30 graus. As manchas do ciclo que se finaliza normalmente se agrupam próximo ao equador.


Durante os últimos meses, os cientistas especializados no estudo do Sol não desgrudaram os olhos um só instante dos instrumentos que monitoram nossa estrela. O objetivo da vigília era a detecção dessa mancha solar muito especial, de polaridade magnética invertida, que como dissemos, deveria surgir nas latitudes mais altas.


No último dia 11 de dezembro as atenções passaram a ser redobradas, quando o telescópio espacial Soho detectou, no limbo do disco solar, uma nova anomalia com as características esperadas. E não poderia ser diferente. Se os cientistas estivessem certos, aquele pequeno sinal visto através dos instrumentos poderia significar o início do ciclo solar 24.


"No último ano, a atividade solar permaneceu praticamente nula, já caracterizando o final do ciclo 23", disse o físico David Hathaway, ligado ao Centro Marshall de vôos espaciais, da Nasa. "O ciclo solar 23 atingiu seu máximo entre os anos 2000 e 2003 e no final de dezembro 2007 já estávamos na fase do mínimo solar", completou o cientista.


Começa o ciclo solar 24A região em que surgiu a anomalia no dia 11 de dezembro preenchia todas as características. Estava sobre a latitude 24 graus norte e era magneticamente reversa. Só havia um problema: não havia nenhuma mancha, apenas uma mudança de brilho causado pelos campos magnéticos. Mas se esses campos se aglutinassem e formassem uma mancha, os cientistas poderiam anunciar, com absoluta certeza, o início do ciclo solar 24. E foi o que aconteceu.


Na tarde de ontem (sexta-feira, 04), após uma vigília de quase trinta dias, finalmente a tão aguardada mancha surgiu próxima aos 30 graus de latitude norte, dando início a mais um ciclo solar, que acreditam os cientistas, deverá ser muito intenso e marcado por grande quantidade de tempestades solares, com forte impacto nas telecomunicações, tráfego aéreo, linhas de transmissão de energia e sistemas de localização. Como vivemos em uma época de uso intenso de satélites e telefones celulares, o ciclo solar que se inicia poderá ser sentido de modo muito mais intenso do que em outros anos.

Ejeção de massa coronal

Um novo ciclo não significa que nas próximas 24 horas o Sol já apresentará grande atividade elétrica. É importante lembrar que acabamos de sair do mínimo solar e que o crescimento da atividade é lento. Segundo as previsões, o máximo pico dessa nova temporada deverá ocorrer em 2011 e 2012. Até lá, gradualmente teremos um aumento sistemático da quantidade de machas e tempestades solares, com ocasionais ejeções de massa coronal, enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas ao espaço a velocidades que superam a marca de um milhão de quilômetros por hora.


Se você se interessa pela atividade solar e quer ver as imagens atualizadas da estrela ou acompanhar as previsões das tempestades, o Apolo11 tem uma seção especial, feita especialmente para essa finalidade. É só voltar na primeira página e escolher a opção
"Boletim Solar".





Artes: na foto superior vemos a mancha solar de polaridade reversa, fotografada pelo astrônomo Greg Piepol, de Rockville, Maryland. A mancha marca o início do ciclo solar 24. Na seqüência temos um gráfico onde é mostrado o incremento da quantidade de manchas solares durante os períodos de maxima atividade solar. Repare que no momento estamos na fase de baixa atividade, ou mínimo solar. A atividade deverá crecer gradualmente até atingir o máximo, previsto para 2011 ou 2012.

Fonte: APOLLO11 www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20080105-115837.inc


Que aparecem no sol, ficam com uma temperatura inferior a sua temperatura normal, que é entre trinta e quarenta mil graus centígrados”. Essa temperatura baixa libera elétrons e núcleos nus que são atraídos pelos os elementos físicos/químicos presentes nas regiões semi-áridas, áridas e desérticas em todo o planeta terra. Ele diz mais ainda, que esses elementos realizam a catálise do hidrogênio com oxigênio, ou seja, juntam as partículas de hidrogênio, com o oxigênio, formando água, que provocam a ocorrência de chuvas nas regiões secas . Mas, a partir do próximo ano (2005), ocorrerá um processo diferente, isto é, não surgirão manchas , mas explosões no sol, que segundo alguns meteorologista é causa do El Nino, o que determina que o nordeste enfrentará um longo período de estiagem....


Alguns meteorologistas atribuem a causa do El Nino, aos ciclos de manchas solares que ocorrem no intervalo de 11 em 11 anos. Para o melhor esclarecimento: manchas solares são grandes atividades de explosões nucleares e, em conseqüência disto, o Sol emite maior intensidade de calor para o seu sistema solar. Porém, não justifica que só aqueça o local do El Niño, pois as manchas solares, por pequenas que sejam, são bem maiores que o planeta Terra.


Na mesma entrevista, o pesquisador Caio Lóssio dá uma explicação para as “chuvas atípicas”, ocorridas em Janeiro/2004, ele explicar que essas referidas chuvas fazem parte do ciclo de Bugle, um pesquisador alemão que, com base em estudos sobre a física do sol, descobriu que de setenta em setenta anos uma massa de ar fria que provoca quedas violentas de temperaturas nos continentes Europeu, Asiático e, Norte-americano e provoca chuvas intensas no Hemisfério Sul, por haver um choque térmico, que originou essas intensas e abundantes chuvas em Janeiro de 2004.


Agora, entretanto, vejo incongruências, nestas possíveis hipóteses e afirmações. Pois, se não vejamos: Concernente as “manchas solares”, que a cada onze anos, o astro rei (o sol), sofre explosões e uma perde violenta de energia, gerando manchas nele, “essas manchas”, que aparecem no sol, ficam com uma temperatura inferior a sua temperatura normal, que é entre trinta e quarenta mil graus centígrados”. Essa temperatura baixa libera elétrons e núcleos nus que são atraídos pelos os elementos físicos/químicos presentes nas regiões semi-áridas, áridas e desérticas em todo o planeta terra. Ele diz mais ainda, que esses elementos realizam a catálise do hidrogênio com oxigênio, ou seja, juntam as partículas de hidrogênio, com o oxigênio, formando água, que provocam a ocorrência de chuvas nas regiões secas ... E para isto ser verdadeiro, resta saber se no deserto do Atacama no Chile e nas regiões semi-áridas da Indonésia e Austrália Setentrional, choveu em Janeiro de 2004, como choveu no nordeste do Brasil... Pois, essas citadas regiões (deserto do Atacama, Indonésia e Austrália setentrional), estão dentro do Hemisfério sul. E, obviamente, recebem os mesmo efeitos climatológicos, (como recebeu o semi-árido do nordeste do Brasil)...Como conjeturado o fenômeno (física do sol), mencionado anteriormente.


Dando prosseguimento as incongruências, vejo também, que não existem congruências e nem ponderações em se fazer comparações com as series de anos bons de chuvas com terminação 4(quatro), como por exemplo, 1934, 1944, 1954, 1964, 1974, 1984,1994 e 2004...Como se vê, este interstício, é de 10 (dez) anos, e não de 11 anos , como é apregoado anteriormente pelo o estudioso Caio Lóssio... E se fosse, seria uma serie diferente, ou seja, 1934, 1945 1956, 1967, 1978, 1989, 2000 e 2011...Outra tremenda incongruência, é sobre o ciclo de Bugle, que com base em estudos sobre a física do sol, se descobriu que de setenta em setenta anos uma massa de ar fria que provoca quedas violentas de temperaturas nos continentes Europeu, Asiático Norte-americano e provoca chuvas intensas no Hemisfério Sul, por haver um choque térmico, que originou essas intensas e abundantes chuvas em Janeiro de 2004...Esta serie de setenta e setenta ano, do ciclo de Bugle, além de não coincidir com a serie de interstício de 11 anos... Sabe-se , que o aquecimento global (temperatura na atmosfera terrestre é crescente)...Que, segundo estudo da Nasa, se o aquecimento global, continuar no ritmo atual, a temperatura média global pode aumentar em 4(quatro) graus até o ano de 2050....Agora como explicar estas excessivas baixas temperaturas no hemisfério Norte (na Europa, Ásia e América do Norte), segundo o ciclo de Bugle, se o aquecimento global é crescente?


Logicamente, se sabe que o astro rei (o sol), na Era da formação do nosso Sistema
Solar:



Que se deu aproximadamente entre quinze há dezoito bilhões de anos atrás, segundo, certa teoria cosmológica, emitia muito mais luz, energia e calor do que hoje...Evidentemente com transcorrer de milhões e milhões de anos, o sol, gradativamente vai perdendo sua capacidade de emissão de calor, não só para o planeta terra (especificamente para o hemisfério Norte, como defende o ciclo de Bugle), como para todo seu sistema solar, desde de Plutão a Mercúrio...E que aliás, o planeta Plutão, não recebe mais a emissão de luz e calor do sol, por ser o planeta mais distante do sistema solar, encontrando-se hoje em plenas trevas e plenamente congelado... Deve-se salientar que o desaquecimento do sol, é um fenômeno geofísico do sol dentro do contexto cosmológico, não afetando pelo visto, a climatologia da atmosfera terrestre , pelo menos dentro deste ínfimo tempo (considerando o tempo cosmológico) da existência da civilização humana, que é de somente 10(dez) mil anos...



As mudanças climáticas, que provoca aquecimento global, vêm mais das ações antrópicas, ou seja, das intervenções das ações do homem, do que das emissões de calor oriundo das atividades solares, ou melhor, do sol... Decorrente das intensas emissões de gases poluentes das industrias, fabricas e dos automóveis dos grandes centros populacionais, entre outros, e principalmente do processo de desertificação provocada pelo o homem...



DO AUTOR DO LIVRO: ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
www.aguapss.rg3.net

PEDRO SEVERINO DE SOUSA
www.pedroseverino.xpg.com.br

EMAIL: pedroseverino.sousa@gmail.com
www.aguapss.rg3.net

JOÀO PESSOA(PB),16.05.2008


2 comentários:

José Francisco disse...

Uma das formas mais comuns de radioamadorismo é a Faixa do Cidadão, seus praticantes são identificados com o indicativo que apresenta a seguinte configuração: PX 7 C 1292*, o prefixo PX é comum a todos os operadores da FC, o 7 representa a 7ª Região do Brasil, onde está incluída a Paraíba, identificada pela letra “C”, o 1292 identifica o operador.

Os transceptores da FC transmitem de duas formas distintas, de antena para antena, atingindo distâncias de 20 ou 30Km. E quando a propagação abre através da reflexão pela ionosfera, atinge grandes distâncias. Esse processo está relacionado com as manchas solares que emitem radiação ionizada, radiação ultravioleta e raios X.

Existe entre as distâncias cobertas pela transmissão local e as grandes distâncias (DX) proporcionadas pela reflexão através da ionosfera, um espaço denominado de “zona de silêncio”. Portanto através da Faixa do Cidadão, se comunica localmente no interior do sítio de João Pessoa, com as cidades vizinhas, Bayeux, Santa Rita, Conde, Alhandra e outros lugares, mas não se fala com Campina Grande. Quando a propagação abre o operador de rádio de João Pessoa, fala com o mundo, é comum se fazer DX com a Europa, com Portugal.

Portanto a Faixa do Cidadão dá para se sentir a atividade solar, as manchas solares e os ciclos solares.

* O indicativo PX 7 C 1292 serviu de identificação ao operador da FC José Francisco de M. Borges, na segunda metade da década de 80, atualmente o referido operador está QRT (inativo).

José Francisco disse...

Em tempo:

Portanto através da Faixa do Cidadão dá para se sentir a atividade solar, as manchas solares e os ciclos solares.